| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Murta, Sheila Giardini | pt_BR |
| dc.contributor.author | Krahenbuhl, Victor Hippolyte | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-10-15T15:43:00Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-15T15:43:00Z | - |
| dc.date.issued | 2026-10-15 | - |
| dc.date.submitted | 2026-06-29 | - |
| dc.identifier.citation | KRAHENBUHL, Victor Hippolyte. Psicologia comunitária e mudança social: contribuições da pesquisa-ação participativa. 2026. 140 f., il. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica e Cultura) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/57273 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2026. | pt_BR |
| dc.description.abstract | O reconhecimento crescente das origens sociais dos problemas de saúde e saúde mental favoreceu o surgimento de abordagens voltadas à mudança social, como a psicologia comunitária e a pesquisa-ação participativa, que envolvem membros de comunidades oprimidas na coconstrução de intervenções destinadas a transformar suas condições de vida. No entanto, a relevância dessas intervenções para gerar mudanças sociais ainda é pouco investigada na literatura. Esta dissertação, composta por dois estudos, analisa as contribuições da psicologia comunitária e da pesquisa-ação participativa, amplamente utilizada nesse campo, para a promoção de mudanças sociais.O primeiro estudo é uma revisão narrativa que explora os potenciais e os limites de diferentes estratégias utilizadas pela psicologia comunitária para promover a justiça social, incluindo prevenção, empowerment e advocacia política. Os resultados mostram que várias abordagens se baseiam em um paradigma neoliberal que contribui para a manutenção do status quo, como intervenções preventivas centradas na resiliência ou nos déficits das comunidades, bem como intervenções focadas no capital social e no empowerment individual. As intervenções mais promissoras foram aquelas que articulavam justiça distributiva e processual, como as intervenções de empowerment comunitário inspiradas em Paulo Freire e os esforços de advocacia política coconstruídos com comunidades oprimidas em defesa de políticas de redistribuição. O segundo estudo é uma revisão de escopo que mapeia as mudanças sociais buscadas e alcançadas pela pesquisa-ação participativa na promoção da saúde no Sul global, bem como suas formas de avaliação, as estratégias demudança mobilizadas e os contextos de implementação. Foram analisados 17 estudos. Os resultados confirmam o compromisso da pesquisa-ação participativa com grupos oprimidos, assim como sua presença em todos os continentes do Sul global, especialmente na América Latina. Os estudos apresentam uma diversidade de estratégias e mudanças sociais, principalmente intermediárias, apesar da limitada avaliação de seu impacto, nível de concretização e durabilidade. A psicologia comunitária e a pesquisa-ação participativa mostraram-se promissoras para gerar mudanças sociais, mas ambas precisam se engajar em uma análise crítica e em uma melhor avaliação do alcance transformador desuas intervenções, a fim de não alimentar ilusões que favoreçam a manutenção do status quo. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Psicologia comunitária e mudança social : contribuições da pesquisa-ação participativa | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Comunidade | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Mudança social | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Promoção da saúde | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Justiça social | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | The growing recognition of the social origins of health and mental health problems has
fostered the emergence of approaches oriented toward social change, such as community
psychology and participatory action research, which involve members of oppressed
communities in the co-construction of interventions aimed at transforming their living
conditions. However, the relevance of these interventions for generating social change
remains underexplored in the literature. This dissertation, composed of two studies, analyzes
the contributions of community psychology and participatory action research, which is
widely used in this field, to the promotion of social change. The first study is a theoretical
essay that explores the potentials and limitations of different strategies used in community
psychology to promote social justice, including prevention, empowerment, and political
advocacy. The results show that several approaches are grounded in a neoliberal paradigm
that contributes to maintaining the status quo, such as preventive interventions centered on
resilience or on community deficits, as well as interventions focused on social capital and
individual empowerment. The most promising interventions were those that articulated
distributive and procedural justice, such as community empowerment interventions inspired
by Paulo Freire and political advocacy efforts co-constructed with oppressed communities in
support of redistributive policies. The second study is a scoping review that maps the social
changes targeted and achieved through participatory action research for health promotion in
communities across the Global South, as well as their forms of evaluation, the change
strategies mobilized, and the contexts of implementation. Seventeen studies were analyzed.
The results confirm the commitment of participatory action research to oppressed groups, as
well as its presence across all continents of the Global South, particularly in Latin America.
The studies present a diversity of strategies and social changes, mainly intermediate ones,
despite the limited evaluation of their impact, realization, and sustainability. Community
psychology and participatory action research have shown promise in generating social
change, but both must engage in critical analysis and in a stronger evaluation of the
transformative scope of their interventions in order to avoid fostering illusions that contribute
to maintaining the status quo. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Psicologia (IP) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Psicologia Clínica (IP PCL) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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