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AmandaCarolinaDosSantosZanetti_TESE.pdf1,37 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorScheinkman, Danielapt_BR
dc.contributor.authorZanetti, Amanda Carolina dos Santospt_BR
dc.date.accessioned2026-10-15T13:35:35Z-
dc.date.available2026-10-15T13:35:35Z-
dc.date.issued2026-10-15-
dc.date.submitted2026-04-28-
dc.identifier.citationZANETTI, Amanda Carolina dos Santos. As formações do psicanalista e os impasses da regulamentação da psicanálise. 2026. 170 f. Tese (Doutorado em Psicologia Clínica e Cultura) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/57251-
dc.descriptionTese (doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2023.pt_BR
dc.description.abstractEsta tese investiga as formações dos psicanalistas e os impasses das tentativas de regulamentação da psicanálise no Brasil. Partiu-se da hipótese de que a especificidade da formação analítica tornaria a regulamentação incompatível com a psicanálise, uma vez que a formação do analista não se reduz a critérios curriculares, certificações formais ou modelos profissionais clássicos. Para examinar essa questão, realizou-se uma pesquisa com o método psicanalítico, organizada em duas etapas complementares: uma pesquisa bibliográfica de caráter teóricoconceitual, centrada na obra de Freud e no ensino de Lacan, e uma pesquisa de campo baseada em entrevistas abertas com seis psicanalistas brasileiros. A investigação permitiu reconstruir a emergência da questão da formação do analista, explicitar sua especificidade clínica, ética e política, e interrogar as tensões entre essa formação e as exigências contemporâneas de reconhecimento público. Ao longo do percurso, verificou-se que a hipótese inicial, embora pertinente, não esgotava o problema. As entrevistas evidenciaram que a regulamentação da psicanálise não pode ser compreendida apenas como ameaça externa ou ingerência estatal, mas também como índice de impasses internos do próprio campo, relativos à transmissão, à autorização, à legitimação e à inserção pública da prática analítica. Conclui-se que a singularidade da formação do analista impede sua simples redução à lógica da profissionalização estatal, mas que a ausência de regulamentação, por si só, não resolve os impasses produzidos pelas formas contemporâneas de circulação da psicanálise na universidade, nas instituições e no mercado. Desse modo, a regulamentação é abordada como sintoma das transformações culturais contemporâneas e como problema que convoca a psicanálise a responder por seu modo de existência pública no laço socialpt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)-
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleAs formações do psicanalista e os impasses da regulamentação da psicanálisept_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordPsicanálisept_BR
dc.subject.keywordRegulamentaçãopt_BR
dc.subject.keywordFormação profissionalpt_BR
dc.subject.keywordLegitimaçãopt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This dissertation investigates the formations of psychoanalysts and the impasses surrounding attempts to regulate psychoanalysis in Brazil. It began from the hypothesis that the formation of the analyst is incompatible with the regulation of psychoanalysis as a profession, since what sustains this formation cannot be guaranteed by curricular criteria, formal qualifications, or legal-professional devices of control. A study was conducted using the psychoanalytic method, organized in two complementary stages: a theoretical-conceptual bibliographic investigation centered on Freud and Lacan, and a field study based on open interviews with six Brazilian psychoanalysts. The investigation made it possible to reconstruct the emergence of the question of the analyst’s formation, to clarify its clinical, ethical, and political specificity, and to examine its tensions with contemporary demands for public recognition. The study confirmed the incompatibility between analytic formation and professional regulation, but also displaced the scope of the initial hypothesis. The interviews showed that regulation cannot be understood only as an external threat or state interference, but also as an index of impasses in contemporary psychoanalytic debate, concerning transmission, the responsibility of institutions, the market of training programs, and the public circulation of the name of psychoanalysis. It concludes that the specificity of the analyst’s formation prevents its reduction to the logic of state professionalization; however, the refusal of regulation does not eliminate the need for the psychoanalytic field to respond to these impasses without submitting its own logic to professional devices of qualification, supervision, and control.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Psicologia (IP)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Psicologia Clínica (IP PCL)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Culturapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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