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dc.contributor.advisorfalta, falta-
dc.contributor.authorVale, Sineia Bezerra do-
dc.date.accessioned2026-06-07T23:40:33Z-
dc.date.available2026-06-07T23:40:33Z-
dc.date.issued2026-06-07-
dc.date.submitted2025-07-25-
dc.identifier.citationVALE, Sineia Bezerra do. 2025. Territórios indígenas, planos de vida e mudanças climáticas: minha experiência entre o chão das comunidades e a incidência global. 116 f., il. Dissertação (Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Territórios Tradicionais) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/54618-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Centro de Desenvolvimento Sustentável, Departamento de Antropologia, Faculdade de Educação, Faculdade UnB Planaltina, Instituto de Ciências Sociais, 2025.pt_BR
dc.description.abstractNesta dissertação, sistematizo a experiência de construção de Planos de Vida nos territórios indígenas de Roraima, com foco na integração do tema das mudanças climáticas nesses mecanismos reconhecidos como Planos de Gestão Territorial e Ambiental – PGTAs. Como mulher indígena do povo Wapichana e coordenadora do Departamento de Gestão Territorial e Ambiental do Conselho Indígena de Roraima (CIR), trago neste trabalho a vivência acumulada ao longo de mais de uma década de atuação nessa temática. Recorri à metodologia da sistematização de experiências para reconstruir criticamente nosso processo de trabalho e proponho uma abordagem metodológica própria: “De parente para parente”. Nesse percurso, destaquei a elaboração de quatro PGTAs em apenas dez dias como uma inovação construída da confiança e do vínculo cultural e político com as comunidades. Refleti também sobre os desafios da tradução entre os saberes indígenas e os discursos técnicos das políticas públicas e da ciência do clima. Minha reflexão de fundo propõe que a tradução não se limita à linguagem, mas envolve uma mediação sensível entre realidades diferentes. Afirmo que a verdadeira tradução é uma prática construída com base nessa sensibilidade, sem renunciar à autonomia indígena. Os Planos de Vida, nesse contexto, não são apenas documentos, mas um exercício contínuo de autodeterminação, planejamento comunitário e construção de pontes entre o saber ancestral e o técnico, entre o presente e o futuro. Este trabalho é uma defesa da legitimidade dos instrumentos políticos construídos por povos indígenas e uma contribuição para que políticas públicas e agendas climáticas reconheçam e respeitem nossas vozes.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleTerritórios indígenas, planos de vida e mudanças climáticas : minha experiência entre o chão das comunidades e a incidência globalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordGestão territorialpt_BR
dc.subject.keywordGestão ambientalpt_BR
dc.subject.keywordMudanças climáticaspt_BR
dc.subject.keywordPovos indígenaspt_BR
dc.description.unidadeCentro de Desenvolvimento Sustentável (CDS)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Antropologia (ICS DAN)pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Educação (FE)pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade UnB Planaltina (FUP)pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Sociais (ICS)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Sustentabilidade junto a Povos e Territórios Tradicionais, Mestrado Profissionalpt_BR
Collection(s) :Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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