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MaysaCarvalhoGoncalves_TESE.pdf111,92 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorBrochado, Izabela Costa-
dc.contributor.authorGonçalves, Maysa Carvalho-
dc.date.accessioned2026-06-06T17:47:19Z-
dc.date.available2026-06-06T17:47:19Z-
dc.date.issued2026-06-06-
dc.date.submitted2025-10-29-
dc.identifier.citationGONÇALVES, Maysa Carvalho. Carrego o que posso, faço quintal onde dá: invenção em teatro de objetos a partir das recordações de mulheres migrantes. 2025. 270 f., il. Tese (Doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Departamento de Artes, Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/54602-
dc.descriptionTese (Doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Departamento de Artes, Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, Brasília, 2023.pt_BR
dc.description.abstractEste estudo propõe refetir sobre o percurso de invenção em teatro de objetos documentais do espetáculo Carrego o que posso, faço quintal onde dá (2024), realizado pelo coletivo artístico brasiliense Entrevazios e dirigido por Sandra Vargas. A criação tem como ponto de partida a escuta de histórias de vida de mulheres idosas que migraram para a nova capital federal, a partir de objetos antigos dispostos na ação Barraca de Memórias, bem como de objetos trazidos pelas próprias participantes. A pesquisa percorreu sete regiões que antecedem a inauguração de Brasília — Planaltina, Paranoá, Vila Planalto, Núcleo Bandeirante, Vila Telebrasília, Candangolândia e Brazlândia —, defagrando mais de 80 histórias ao longo de duas etapas de escuta, realizadas entre 2023 e 2024. A partir dessas histórias, principalmente da primeira etapa, foram criados o minidocumentário Barraca de Memórias e o eixo dramatúrgico textual, que Teatro de objetos. Mulheres migrantes. Invenção. Memória. Oralidade.estruturou a dramaturgia de conjunto e a construção da máquina de cena. A fundamentação teórica do percurso investigativo se ancora principalmente nas contribuições de Ecléa Bosi, Simone de Beauvoir e Henri Bergson, nos estudos da memória e da velhice; Ailton Krenak, Jorge Larrosa, Walter Benjamin e Byung-Chul Han, nos estudos sobre tempo, experiência e narração; Sandra Vargas, Shaday Larios, Tadeusz Kantor e Christian Carrignon, no teatro e os objetos; e de Virginia Kastrup, Cecília Salles, Ana Pais e Jean Pierre Ryngaert, nos estudos sobre processo de criação. A tese, portanto, registra e reflete sobre o contato com as narrativas de vida individuais e coletivas dessas mulheres, compreendendo que a criação e a difusão de um trabalho artístico que carrega essas histórias constituem uma ação política de legitimação, preservação e visibilidade histórica da memória social não contada de uma cidade inventada.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleCarrego o que posso, faço quintal onde dá : invenção em teatro de objetos a partir das recordações de mulheres migrantespt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordRepresentação teatralpt_BR
dc.subject.keywordMulheres migrantespt_BR
dc.subject.keywordOralidadept_BR
dc.subject.keywordMemóriapt_BR
dc.contributor.advisorcoDella Giustina, Fabiana Marroni-
dc.description.abstract1This study proposes a refection on the process of invention in documentary object theatre through the performance Carrego o que posso, faço quintal onde dá (2024), created by the Brasília-based artistic collective Entrevazios and directed by Sandra Vargas. The creation takes as its starting point the listening to life stories of elderly women who migrated to the new federal capital, based on old objects displayed in the action Barraca de Memórias (Memory Booth), as well as objects brought by the participants themselves. The research journeyed through seven regions that predate the inauguration of Brasília — Planaltina, Paranoá, Vila Planalto, Núcleo Bandeirante, Vila Telebrasília, Candangolândia, and Brazlândia — gathering more than 80 stories over two stages of listening conducted between 2023 and 2024. Based on these stories — especially those from the frst stage — the short documentary Barraca de Memórias and the textual dramaturgical axis were created, which structured the ensemble dramaturgy and the construction of the scenic machine. The theoretical foundation of the investigative process is mainly anchored in the contributions of Ecléa Bosi, Simone de Beauvoir, and Henri Bergson in studies on memory and aging; Ailton Krenak, Jorge Larrosa, Walter Benjamin, and Byung-Chul Han in studies on time, experience, and narration; Sandra Vargas, Shaday Larios, Tadeusz Kantor, and Christian Carrignon in theatre and objects; and Virginia Kastrup, Cecília Salles, Ana Pais, and Jean Pierre Ryngaert in studies on creative processes. The thesis thus records and refects on the contact with the individual and collective life narratives of these women, understanding that the creation and dissemination of an artistic work that carries these stories constitute a political act of legitimization, preservation, and historical visibility of the untold social memory of an invented city.pt_BR
dc.description.abstract2Este estudio propone refexionar sobre el recorrido de invención en teatro de objetos documentales del espectáculo Carrego o que posso, faço quintal onde dá (2024), realizado por el colectivo artístico brasiliense Entrevazios y dirigido por Sandra Vargas. La creación La creación tiene como punto de partida la la escucha de historias de vida de mujeres mayores que migraron hacia la nueva capital federal, a partir de objetos antiguos dispuestos en la acción Barraca de Memórias, así como de objetos traídos por las propias participantes. La investigación recorrió siete regiones que preceden la inauguración de Brasilia —Planaltina, Paranoá, Vila Planalto, Núcleo Bandeirante, Vila Telebrasília, Candangolândia y Brazlândia—, recogiendo más de 80 historias a lo largo de dos etapas de escucha, realizadas entre 2023 y 2024. A partir de estas historias, principalmente de la primera etapa, se crearon el minidocumental Barraca de Memórias y el eje dramatúrgico textual, que estructuró la dramaturgia de conjunto y la construcción de la máquina escénica. La fundamentación teórica del recorrido investigativo se apoya principalmente en las contribuciones de Ecléa Bosi, Simone de Beauvoir y Henri Bergson, en los estudios sobre memoria y vejez; Ailton Krenak, Jorge Larrosa, Walter Benjamin y Byung-Chul Han, en los estudios sobre tiempo, experiencia y narración; Sandra Vargas, Shaday Larios, Tadeusz Kantor y Christian Carrignon, en el teatro y los objetos; y Virginia Kastrup, Cecília Salles, Ana Pais y Jean Pierre Ryngaert, en los estudios sobre procesos de creación. La tesis, por lo tanto, registra y refexiona sobre el contacto con las narrativas de vida individuales y colectivas de estas mujeres, comprendiendo que la creación y la difusión de una obra artística que porta estas historias constituyen una acción política de legitimación, preservación y visibilidad histórica de la memoria social no contada de una ciudad inventada.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Artes (IdA)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Artes Cênicaspt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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