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Título : Quais variáveis macroeconômicas determinam o tamanho de um Banco Central
Autor : Oliveira, Bruno Afonso de
Orientador(es):: Kimura, Herbert
Assunto:: Banco Central
Balanço patrimonial
Variáveis macroeconômicas
Independência financeira
Política monetária
Fecha de publicación : 4-mar-2026
Citación : OLIVEIRA, Bruno Afonso de. Quais variáveis macroeconômicas determinam o tamanho de um Banco Central. 2025. 83 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Contábeis) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.
Resumen : Este estudo teve como objetivo a análise da evolução do tamanho dos balanços patrimoniais dos bancos centrais e suas interações com variáveis macroeconômicas, como PIB, inflação, taxa de câmbio e com crises e independência financeira, entre 2008 e 2023, com a finalidade de identificar quais fatores impactam. A pesquisa considera a relevância do balanço dos bancos centrais no exercício da política monetária, especialmente em resposta a crises financeiras, com a adoção de políticas monetárias não convencionais. O estudo preenche uma lacuna na literatura ao explorar o impacto conjunto de múltiplas variáveis macroeconômicas na estrutura patrimonial dessas instituições, analisando dados de 150 bancos centrais. A metodologia emprega regressão de dados em painel desbalanceado para identificar relações entre o tamanho dos balanços e fatores econômicos, considerando também crises financeiras e níveis de independência institucional. Com base em uma abordagem empírica de dados, o trabalho apresenta tanto modelos estáticos, utilizando modelos OLS Pooled, quanto dinâmicos, utilizando o Método dos Momentos Generalizados em Diferenças (GMM-Difference), a fim de mitigar problemas de endogeneidade e capturar a dinâmica temporal entre as variáveis. Os resultados empíricos indicam que o crescimento econômico exerce efeito negativo e estatisticamente significativo sobre o tamanho dos balanços, sugerindo uma atuação anticíclica dos bancos centrais. A taxa de câmbio apresentou relação positiva em modelos estáticos e negativa em modelos dinâmicos, refletindo diferentes mecanismos de ajuste. A inflação indicou relação negativa e estatisticamente significativa para modelos estáticos, mas sem relevância para o modelo dinâmico. E a independência dos bancos centrais não demonstrou significância robusta em ambos os modelos, reforçando que sua influência se manifesta mais diretamente sobre a condução da política monetária do que sobre a estrutura patrimonial. O estudo contribui para a literatura ao oferecer uma visão abrangente das determinantes do tamanho dos balanços de bancos centrais. Compreender os fatores que determinam o tamanho desses balanços é essencial para orientar decisões de política monetária e avaliar a eficácia dos bancos centrais. Desta forma, é possível que formuladores anteciparem choques, calibram estratégias de normalização e fortaleçam a coordenação entre política fiscal e monetária. Em síntese, mais do que definir um tamanho ideal, a relevância está em assegurar que o balanço seja compatível com o papel institucional dos bancos centrais como autoridade monetária.
Abstract: This study examines the determinants of central bank balance sheet size and their interactions with key macroeconomic variables—including gross domestic product (GDP), inflation, exchange rate, and financial independence—over the period 2008 to 2023. The analysis emphasizes the growing relevance of balance sheet dynamics in the execution of monetary policy, particularly in the aftermath of global financial crises, when unconventional monetary policy instruments have become increasingly prominent. By investigating a panel of 150 central banks worldwide, this research addresses a gap in the literature by jointly assessing the effects of multiple macroeconomic and institutional factors on the financial structure of central banks. The empirical strategy employs an unbalanced panel data framework and dynamic regression models estimated through the System Generalized Method of Moments (System-GMM), which allows for the correction of endogeneity, serial correlation, and unobserved heterogeneity, while capturing the temporal dynamics among the variablesThe empirical results indicate that economic growth has a negative and statistically significant effect on balance sheet size, suggesting countercyclical central bank action. The exchange rate showed a positive relationship in static models and a negative one in dynamic models, reflecting different adjustment mechanisms. Inflation showed a negative and statistically significant relationship in static models, but no significance in the dynamic model. Central bank independence did not demonstrate robust significance in either model, reinforcing that its influence manifests itself more directly in monetary policy conduct than in balance sheet structure. Overall, the study contributes to the literature by providing a comprehensive view of the macroeconomic variables that determine the size of central bank balance sheets. Understanding the factors that influence these balance sheets is essential for guiding monetary policy decisions and assessing the effectiveness of central banks. In this way, policymakers can better anticipate shocks, calibrate normalization strategies, and strengthen the coordination between fiscal and monetary policies. In summary, rather than defining an optimal size, the main concern is to ensure that the balance sheet remains consistent with the institutional role of central banks as monetary authorities.
metadata.dc.description.unidade: Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas (FACE)
Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais (FACE CCA)
Descripción : Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas, Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais, Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis, 2025.
metadata.dc.description.ppg: Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis
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Aparece en las colecciones: Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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