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LeilaSaraivaPantoja_TESE.pdf10,6 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorChaves, Christiane de Alencarpt_BR
dc.contributor.authorPantoja, Leila Saráivapt_BR
dc.date.accessioned2026-01-26T17:45:06Z-
dc.date.available2026-01-26T17:45:06Z-
dc.date.issued2026-01-26-
dc.date.submitted2025-06-02-
dc.identifier.citationPANTOJA, Leila Saráiva. Só a luta cria a vida: estilhaços, barricadas e faíscas de 2013. 2025. 238 f., il. Tese (Doutorado em Antropologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53724-
dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA tese "Só a luta cria a vida: estilhaços, barricadas e faíscas de 2013" analisa as manifestações de 2013 no Brasil como um momento liminar. Por meio de uma abordagem etnográfica que privilegia as experiências concretas de integrantes do Movimento Passe Livre (MPL) e coletivos afins, o trabalho busca escapar de análises totalizantes, concentrando-se nas relações cotidianas, nos afetos e nas estórias, seguindo a provocação de Ursula Le Guin, valorizando histórias que sustentam a vida, abrem futuros e conectam múltiplas perspectivas. Este compromisso com o "manter-se com os problemas", proposto por Donna Haraway, fundamenta a metodologia. Inspirada pela noção de liminaridade, de Victor Turner, a pesquisa argumenta que as manifestações suspenderam normas e categorias vigentes, criando espaços de experimentação e produção de outras sociabilidades, como a do manifestante e a do militante. As tensões dessa última sociabilidade se complexificam quando observamos os contraexemplos e inspirações que são parte da formação do MPL, cuja prática de criar composições esdrúxulas é ressaltada como fazer político, tendo sido confrontada em 2013. A tese discute, ainda junto com Turner, as monstruosidades decorrentes dos momentos liminares, cuja feição varia de acordo com o ator, no que a autora chama de maldito relativo. Por fim, são analisados os rituais de purificação, no sentido de Mary Douglas (1996), realizados por distintos atores de 2013, mas centrado na categoria de “bons e maus manifestantes”. Estruturada em três partes — Estilhaços, Barricadas e Faíscas, a pesquisa articula memórias, relações e imaginários políticos emergentes de 2013. Combinando reflexões teóricas e relatos de militantes, a tese contribui para compreender as insurgências contemporâneas, destacando as potências das estórias, das sociabilidades emergentes na luta e das práticas companheiras na construção de futuros possíveis.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleSó a luta cria a vida : estilhaços, barricadas e faíscas de 2013pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordManifestações de Junho de 2013pt_BR
dc.subject.keywordManifestações políticaspt_BR
dc.subject.keywordMovimento Passe Livrept_BR
dc.subject.keywordLiminaridadept_BR
dc.subject.keywordSociabilidadept_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1The thesis “Only Struggle Creates Life: Shards, Barricades, and Sparks from 2013” analyzes the 2013 protests in Brazil as a liminal moment. Through an ethnographic approach that privileges the concrete experiences of members of the Free Fare Movement (Movimento Passe Livre – MPL) and related collectives, the work seeks to move away from totalizing analyses by focusing on everyday relations, affects, and stories—inspired by Ursula Le Guin’s call to value the kinds of narratives that sustain life, open futures, and connect multiple perspectives. This commitment to “staying with the trouble,” as proposed by Donna Haraway, underpins the methodology. Drawing on Victor Turner’s notion of liminality, the research argues that the protests suspended prevailing norms and categories, creating spaces of experimentation and the emergence of alternative forms of sociability, such as that of the protester and the militant. The thesis also examines counterinsurgency strategies and the attempt to fragment collective subjects into isolated individuals, as seen in the rise of selfie-mode politics. Structured in three parts— Shards, Barricades, and Sparks—the research weaves together memories, relationships, and political imaginaries emerging from 2013. Combining theoretical reflections and accounts from activists, the thesis offers insights into contemporary insurgencies, highlighting the power of stories, the sociabilities forged in struggle, and companion practices that shape possible futures.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Sociais (ICS)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Antropologia (ICS DAN)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Antropologia Socialpt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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