http://repositorio.unb.br/handle/10482/53636| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| 2024_CarolinaPeriniDeAlmeida_TESE.pdf | 7,91 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Título: | “Todo mundo acaba parente” : modos de conviver, criar e resistir aprendidos com os Terena |
| Autor(es): | Almeida, Carolina Perini de |
| Orientador(es): | Souza, Marcela Stockler Coelho de |
| Assunto: | Indígenas Terena Mundo social Relações sociais |
| Data de publicação: | 7-jan-2026 |
| Data de defesa: | 3-jul-2025 |
| Referência: | ALMEIDA, Carolina Perini de. “Todo mundo acaba parente”: modos de conviver, criar e resistir aprendidos com os Terena. 2024. 230 f., il. Tese (Doutorado em Antropologia Social) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024. |
| Resumo: | Esta tese parte de uma trajetória de pesquisa de quinze anos entre o povo Terena das aldeias da Terra Indígena Cachoeirinha (Miranda-MS) e a aldeia urbana Marçal de Souza (Campo Grande-MS). Propõe, através da recuperação dos dados de campo colhidos desde a pesquisa de iniciação científica e mestrado, e da retomada crítica da bibliografia específica sobre os Terena, olhar para conexões entre corpo, parentesco e terra. Partindo dos troncos terena, a tese percorre a “bioetnografia” de Seu Calixto Francelino, um dos principais interlocutores da pesquisa, falecido em 2017. As reflexões que se desdobram desta história retomam e atualizam a possibilidade de se pensar os troncos como uma metáfora vivida, que organiza toda uma imagem do mundo social, por meio de uma estética das relações centrada no crescimento por multiplicação, na proliferação por replicação e na diversificação dinâmica de configurações relacionais. A segunda parte da tese trata da terra a partir de algumas observações sobre como têm sido a luta por ela, propondo uma interpretação também a partir dos xuve. Na terceira e última parte, a tese busca imaginar mundos possíveis a partir da estética das relações sociais terena. Em geral, o trabalho aponta para a ideia de que não é possível separar os ataques à terra de afrontas a um modo de vida que preza pela boa convivência, partindo do aprendizado terena de que há uma forma correta de agir no mundo para fazer a vida, e suas paisagens, aparecerem em sua alegria e beleza. |
| Abstract: | This dissertation is based on fifteen years of research among the Terena people from the Cachoeirinha Indigenous Land (Miranda-MS) and the urban village of Marçal de Souza (Campo Grande-MS). By revisiting field data collected by the researcher from the time of her undergraduate and master's studies and connecting it with a critical review of the literature on the Terena people, it aims to explore the connections between body, networks, and land. Starting from the analysis of the Terena “trunks” (xuve), the first section of this dissertation delves into the "bioethnography" of Seu Calixto Francelino, one of the main research interlocutors, who passed away in 2017. The reflections stemming from this story aim to revisit and refine the idea of considering trunks as a lived metaphor that organizes an entire image of the social world. This metaphor is seen through an aesthetics of relationships focused on growth by multiplication, proliferation by replication, and dynamic diversification of relational configurations. The second part of the thesis addresses the discussions around the land, through an analysis of the land disputes, proposing an interpretation based on the xuve. In the third and final part, this text seeks to foster imagination of possible worlds through the aesthetics of Terena relationships. In sum, this investigation aims to highlight the inseparable connection between attacks on the land and assaults on a way of life that values harmonical coexistence. Based on Terena teachings, it emphasizes that there is a correct way to act and live in the world, one that brings forth life and its landscapes in their joy and beauty. |
| Unidade Acadêmica: | Instituto de Ciências Sociais (ICS) Departamento de Antropologia (ICS DAN) |
| Informações adicionais: | Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, 2024. |
| Programa de pós-graduação: | Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social |
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| Agência financiadora: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado |
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