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2023_RaphaelTeixeiraCorrea_TESE.pdf12,26 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorVidotti, Roberta Mary-
dc.contributor.authorCorrea, Raphael Teixeira-
dc.date.accessioned2026-10-15T17:39:55Z-
dc.date.available2026-10-15T17:39:55Z-
dc.date.issued2026-10-15-
dc.date.submitted2023-03-17-
dc.identifier.citationCORREA, Raphael Teixeira. Estrutura termal e elétrica do Cráton Amazônico. 2023. 127 f., il. Tese (Doutorado em Geologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/57275-
dc.descriptionTese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2023.pt_BR
dc.description.abstractO Cráton Amazônico evoluiu durante o Paleo-Mesoproterozoico através de sucessivos arcos magmáticos continentais, as quais idades diminuem na direção oeste. No entanto, quando, onde e se esses arcos magmáticos colidiram com outro continente, incluindo o fechamento de bacia oceânica é um debate em andamento. Províncias Geocronólogicas foram propostas para explicar a evolução geológica do cráton. Entretanto, a distribuição geográfica irregular dos dados geocronológicos associada há um certo grau de descorrelação com estruturas magnetométricas e gravimétricas profundas faz surgir uma série de questionamentos em relação a continuação das províncias e o significado estrutural de suas bordas. Tendo como base a premissa que a reologia dos sólidos é controlada principalmente pela temperatura, mapeou-se a profundidade da base da litosfera magnética, assumida como uma estimativa à profundidade da temperatura Curie, de modo a endereçar a estrutura termal. Além disso, modelos de resistividade elétrica tem sido efetivos em mapear descontinuidades de escala crustal. Desta forma, adquiriu-se dados magnetotelúricos em regiões chaves, de modo que fosse possível comparar as crostas formadas durante a evolução dos arcos magmáticos. Nosso modelo termal sugere que os limites dos domínios Carajás e Bacajás devem ser revisitados, assim como o limite entre Tapajós e Iriri-Xingú. Permitiu-se concluir que o manto na porção leste do domínio Carajás e no domínio Tapajós preservaram minerais serpentinizados. O modelo de resistividade elétrica confirmou que o manto do domínio Tapajós foi hidratado e refertilizado devido ao longo processo de subducção. Essa fertilidade mantélica possui correlação com um aumento de depósitos magmático-hidrotermais. Uma estrutura de escala crustal com mais de 1000 km de extensão foi identificada. Argumenta-se que esta estrutura separa dois fragmentos tectônicos, uma vez que os mesmos possuem diferenças relevantes na direção das estruturas e no gradiente magnético. Ao longo desta feição, encontra-se i) par de longo comprimento de onda de baixo e alto Bouguer, ii) um degrau na descontinuidade de Mohorovic, iii) e um condutor na crosta inferior. Essas evidências corroboram a hipótese de uma colisão Paleoproterozoica.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEstrutura termal e elétrica do Cráton Amazônicopt_BR
dc.title.alternativeThe thermal and electrical structure of the Amazon Cratonpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordSuperfície Curiept_BR
dc.subject.keywordMagnetotelúricopt_BR
dc.subject.keywordCraton amazônicopt_BR
dc.subject.keywordSutura paleoproterozoicapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.contributor.advisorcoFontes, Sergio Luiz-
dc.description.abstract1The Amazon Craton evolved in the Paleo-Mesoproterozoic through sucessive continental magmatic arcs, which ages decrease westwards. However, when, where, and if these magmatic arcs collided with another continent closing an ocean-basin is a subject of ongoing debate. Geochronological Provinces have been proposed to explain the geological evolution of the Craton. However, the irregular geographic distribution of geochronological data associated with a certain degree of decorrelation with magnetic and gravity structures raised a series of questions about the continuation of these provinces and the meaning of their boundaries. Assuming that the reology of solids is primarily a function of temperature, we mapped the depth to the bottom of the magnetic’s lithosphere, which is a proxy for the depth to the Curie temperature, thereby addressing the thermal structure. Furthermore, electrical resistivity models have been effective in mapping crustal scale discontinuities. Therefore, we acquired magnetotelluric data in key regions in order to compare the crusts formed during the evolution of the magmatic arcs. The thermal model suggests that the limits between Carajás and Bacajas domains should be revisited, as well as the limits between Tapajós and Iriri Xingu domains. It also suggests that the mantle of the eastern portion of the Carajás domain and Tapajós have preserved serpentinized minerals. The electrical resistivity model confirmed that the mantle of the Tapajós domain was hydrated and refertilized due to long lived subduction processes. This mantelic fertility has a high correlation with the position of magmatichydrothermal mineral deposits. A major crustal-scale structure (more than 1000 km in extension) separates two tectonic fragments with remarkable differences in the magnetic gradient and the structures’s trend. Additionally, we also find along this major boundary: i) high and low bouguer anomalies of long-wavelength paired; ii) step in Mohorovic discontinuity; and iii) a lower crust conductor. These pieces of evidence support the hypothesis of a collision in Paleoproterozoic times.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Geociências (IG)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Geologiapt_BR
Aparece en las colecciones: Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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