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dc.contributor.advisorKohlsdorf, Marinapt_BR
dc.contributor.authorValle, Mariana de Carvalho Dantaspt_BR
dc.date.accessioned2026-10-15T15:42:30Z-
dc.date.available2026-10-15T15:42:30Z-
dc.date.issued2026-10-15-
dc.date.submitted2026-05-21-
dc.identifier.citationVALLE, Mariana de Carvalho Dantas. Estresse, depressão, ansiedade, alterações cognitivas, enfrentamento e adesão ao tratamento em pessoas em tratamento de câncer. 2026. 128 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica e Cultura) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/57266-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2026.pt_BR
dc.description.abstractEste estudo teve como objetivo investigar as relações entre sofrimento emocional, estratégias de enfrentamento, barreiras à adesão ao tratamento, cognição percebida e qualidade de vida em pessoas em tratamento oncológico com quimioterapia. Trata-se de uma pesquisa de campo, de natureza descritiva, com delineamento transversal e abordagem metodológica mista, integrando dados quantitativos e qualitativos. A amostra foi composta por 217 participantes em tratamento quimioterápico em um hospital público do Distrito Federal. Foram utilizados instrumentos padronizados para avaliação de enfrentamento (E3PO), barreiras à adesão, estresse, ansiedade e depressão (DASS-21), qualidade de vida (FACT-Cog) e cognição percebida, além de entrevista semiestruturada. Os resultados evidenciaram que níveis mais elevados de sofrimento emocional estiveram associados a maiores barreiras à adesão ao tratamento, pior qualidade de vida e maior percepção de dificuldades cognitivas. Estratégias de enfrentamento adaptativas associaram-se a melhores indicadores de ajustamento psicológico e maior engajamento terapêutico, enquanto estratégias evitativas estiveram relacionadas à maior sofrimento e menor adesão. As alterações cognitivas percebidas mostraram-se relevantes para a compreensão do funcionamento psicológico, impactando a autonomia e a organização da rotina de tratamento. Os dados qualitativos reforçaram a complexidade da experiência do adoecimento oncológico, destacando o papel do suporte social, da espiritualidade e das estratégias de enfrentamento na adaptação ao tratamento. Conclui-se que o sofrimento emocional, a cognição percebida e as estratégias de enfrentamento constituem variáveis centrais na adesão ao tratamento e na qualidade de vida em oncologia, evidenciando a importância de intervenções psicológicas integradas e baseadas no modelo biopsicossocial.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEstresse, depressão, ansiedade, alterações cognitivas, enfrentamento e adesão ao tratamento em pessoas em tratamento de câncerpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordCâncerpt_BR
dc.subject.keywordPsico-oncologiapt_BR
dc.subject.keywordEnfrentamentopt_BR
dc.subject.keywordAdesão ao tratamentopt_BR
dc.subject.keywordQualidade de vidapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This study aimed to investigate the relationships between emotional distress, coping strategies, barriers to treatment adherence, and perceived cognition in individuals undergoing cancer treatment with chemotherapy. This was a descriptive, cross-sectional field study with a mixed-methods approach, integrating quantitative and qualitative data. The sample consisted of 217 participants receiving chemotherapy at a public hospital in the Federal District, Brazil. Standardized instruments were used to assess coping strategies (E3PO), barriers to adherence, stress, anxiety, and depression (DASS-21), as well as perceived cognition (FACT-Cog). In addition, semi-structured interviews were conducted. The results indicated that higher levels of emotional distress were associated with greater barriers to treatment adherence and a greater perceived impact of cognitive changes on daily functioning. Adaptive coping strategies were associated with better psychological adjustment and greater therapeutic engagement, whereas avoidant coping strategies were related to higher levels of distress and lower adherence. Perceived cognitive changes emerged as an important factor in understanding psychological functioning, affecting autonomy and the organization of treatment routines. Qualitative findings reinforced the complexity of the cancer experience, highlighting the role of social support, spirituality, and coping strategies in adaptation to treatment. The findings suggest that emotional distress, perceived cognition, and coping strategies are central variables in treatment adherence and psychological adaptation to cancer treatment, underscoring the importance of integrated psychological interventions based on the biopsychosocial model.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Psicologia (IP)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Psicologia Clínica (IP PCL)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Culturapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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