| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Costa, Ileno Izídio da | pt_BR |
| dc.contributor.author | Rabelo, Carolina Ferreira | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-10-15T13:47:02Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-15T13:47:02Z | - |
| dc.date.issued | 2026-10-15 | - |
| dc.date.submitted | 2026-06-25 | - |
| dc.identifier.citation | RABELO, Carolina Ferreira. As manifestações corporais no espaço terapêutico: a prática clínica do gestalt-terapeuta. 2026. 125 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica e Cultura) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/57253 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2026. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Esta pesquisa teve como objetivo investigar a experiência vivida por gestalt-terapeutas brasileiros na compreensão e condução das manifestações corporais no espaço terapêutico. Trata-se de um estudo qualitativo, fundamentado no método fenomenológico desenvolvido por Giorgi e Sousa. Participaram cinco psicólogos brasileiros, residentes em Brasília à época da pesquisa, com no mínimo 10 anos de experiência clínica e formação mínima de 5 anos em gestalt-terapia. Os dados foram produzidos por meio de entrevistas semiestruturadas a partir de uma pergunta disparadora e analisados a partir da identificação de unidades de significado e da construção de constituintes essenciais da experiência. Os resultados indicaram que, embora os participantes reconheçam o corpo como elemento clínico significativo, sua compreensão tende a se restringir à associação com práticas corporais ativas, evidenciando fragilidades na sustentação teórica dessa dimensão. Observou-se a predominância do manejo verbal como forma de condução da experiência clínica, frequentemente associada a maior segurança por parte dos terapeutas. A corporeidade do terapeuta mostrouse implicada no campo clínico, manifestando-se por meio de sensações, afetos e processos de autorregulação ao longo das sessões. Conclui-se que a dimensão corporal, embora reconhecida na prática gestáltica, nem sempre é sustentada como campo de intervenção, sendo atravessada por fatores formativos, conceituais e contextuais. Os achados apontam para a necessidade de ampliar a compreensão de corpo e corporeidade na gestalt-terapia | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | As manifestações corporais no espaço terapêutico : a prática clínica do gestalt-terapeuta | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Gestalt-terapia | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Corporeidade | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Prática clínica | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Fenomenologia | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This research aimed to investigate the lived experience of Brazilian Gestalt therapists in
understanding and management bodily manifestations in the therapeutic setting. This is a
qualitative study, grounded in the phenomenological method developed by Giorgi and Sousa. Five
Brazilian psychologists participated, residing in Brasília at the time of the research, with at least
10 years of clinical experience and a minimum of 5 years of training in Gestalt therapy. Data were
produced through semi-structured interviews based on a triggering question and analyzed through
the identification of meaning units and the construction of essential constituents of experience. The
results indicate that, although participants recognize the body as a significant clinical element, their
understanding tends to be restricted to its association with active body practices, revealing
fragilities in the theoretical support of this dimension. It was also observed the predominance of
verbal management as a way of conducting the clinical experience, frequently associated with
greater security on the part of the therapists. In addition, the therapist’s corporeality was shown to
be implicated in the clinical field, manifesting through sensations, affects, and processes of self regulation throughout the sessions. It is concluded that the bodily dimension, although recognized
in Gestalt practice, is not always sustained as a field of intervention, being influenced by formative,
conceptual, and contextual factors. The findings point to the need to expand the understanding of
body and corporeality in Gestalt therapy. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Psicologia (IP) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Psicologia Clínica (IP PCL) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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