| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Costa, Alexandre Bernardino | - |
| dc.contributor.author | Cassol, Sabrina | - |
| dc.date.accessioned | 2026-10-01T19:30:07Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-01T19:30:07Z | - |
| dc.date.issued | 2026-10-01 | - |
| dc.date.submitted | 2024-12-30 | - |
| dc.identifier.citation | CASSOL, Sabrina. Governamentalidade comunitária extrativista no processo constitucional brasileiro e a (des) construção do ideal de gestão popular. 2024. 221 f., il. Tese (Doutorado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/57085 | - |
| dc.description | Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Programa de Pós-Graduação em Direito, 2024. | pt_BR |
| dc.description.abstract | No final do século passado, mais precisamente na década de 1980, o Brasil teve um fato social
conflituoso e complexo no Norte do país, o qual ganhou maior expressão e notoriedade, o que
fez aumentar a resistência aos conflitos no campo/floresta, a criação das reservas extrativistas
pelo Poder Constituinte. Sabe-se que, na Amazônia Brasileira, os conflitos fundiários e os
debates ambientais envolvem grandes proprietários de terras, seringueiros, castanheiros,
pescadores, indígenas e demais povos. De um lado, a proposta de ocupação e desenvolvimento.
De outro, a proteção do bioma amazônico e dos povos locais. Com o discurso de
desenvolvimento rápido e lucrativo, o próprio Estado Brasileiro buscou, por meio de políticas
públicas, legislações tributárias e fundiárias, incentivar projetos e planos de desenvolvimento
na Amazônia que a própria história revelou ineficientes e excludentes. Nesse contexto, a
presente pesquisa tem como tema a análise do movimento social extrativista amazônico e sua
intersecção com o processo constituinte brasileiro, visando compreender o ideal de
governamentalidade institucional na Amazônia desde o início dos Planos Nacionais de
Desenvolvimento da floresta brasileira e seu papel de resistência diante do ideal neoliberal de
utilizar a floresta amazônica como um instrumento de lucratividade. A partir do movimento
social extrativista, no âmbito do processo constituinte brasileiro, analisar-se-á se o ideal de
governamentalidade comunitária atingiu seus propósitos a partir de sua institucionalização na
Constituição Federal de 1988 e como esse compartilhamento decisório popular vem sendo
administrado/gerido frente a proposta neoliberal “sustentável” e as normas infraconstitucionais
posteriores, como a Lei Nacional das Unidades de Conservação, n. 9.985, de 18 de julho de
2000 - Lei SNUC. No primeiro capítulo, será abordada a história da Amazônia e sua
interlocução com Chico Mendes e a criação das Reservas Extrativistas durante o período em
que o Poder Constituinte estava devolvendo a democratização ao Brasil. No segundo momento,
será detalhada a realidade da comunidade extrativista no Acre, os documentos constitutivos, a
estrutura do poder local e o seu funcionamento a partir da realidade acreana/amazônica. No
terceiro tópico, será realizada uma análise dos conflitos entre o poder social e a
governamentalidade neoliberal, verificando como o projeto neoliberal avança frente ao povo da
floresta, bem como a resistência atua em prol da proteção dessas comunidades e da permanência
das decisões populares extrativistas. Para, ao final, indicar caminhos que permitam auxiliar
essas comunidades tradicionais a desenvolverem estratégias que as empodere e garanta a gestão
democrática comunitária. O método utilizado será o dedutivo. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Governamentalidade comunitária extrativista no processo constitucional brasileiro e a (des) construção do ideal de gestão popular | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Gestão compartilhada | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Desenvolvimento sustentável | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Unidades de conservação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Governabilidade neoliberal | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Direito Achado na Rua | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Amazônia brasileira | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | At the end of the last century, more specifically in the 1980s, Brazil experienced a complex and
conflictive social event in the northern part of the country, which gained greater expression and
notoriety, leading to increased resistance to rural/forest conflicts and the creation of extractive reserves
by the Constituent Assembly. It is known that, in the Brazilian Amazon, land conflicts and
environmental debates involve large landowners, rubber tappers, Brazil nut collectors, fishermen,
indigenous peoples, and other populations. On the one hand, there is the proposal of occupation and
development. On the other hand, there is the protection of the Amazon biome and local peoples. With
the discourse of rapid and profitable development, the Brazilian State itself sought, through public
policies, tax and land legislation, to encourage development projects and plans in the Amazon that
history itself has shown to be inefficient and exclusionary. In this context, the present research aims to
analyze the Amazonian extractive social movement and its intersection with the Brazilian constituent
process, aiming to understand the ideal of institutional governance in the Amazon since the beginning
of the National Development Plans for the Brazilian forest and its role of resistance to the neoliberal
ideal of using the Amazon forest as an instrument of profitability. Starting from the extractive social
movement, within the scope of the Brazilian constituent process, we will analyze whether the ideal of
community governance has achieved its purposes since its institutionalization in the Federal
Constitution of 1988 and how this popular decision-making sharing has been managed in the face of the
"sustainable" neoliberal proposal and subsequent sub-constitutional norms, such as the National Law of
Conservation Units, No. 9,985, of July 18, 2000 - SNUC Law. In the first chapter, the history of the
Amazon and its interaction with Chico Mendes and the creation of Extractive Reserves during the period
when the Constituent Assembly was returning democratization to Brazil will be addressed. In the second
moment, the reality of the extractive community in Acre will be detailed, the constitutive documents,
the structure of local power and its functioning based on the Acrean/Amazonian reality. In the third
topic, an analysis of the conflicts between social power and neoliberal governance will be carried out,
verifying how the neoliberal project advances against the forest people, as well as the resistance that
acts in favor of the protection of these communities and the permanence of extractive popular decisions.
Finally, it will indicate ways to help these traditional communities develop strategies that empower them
and guarantee democratic community management. The deductive method will be used. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Direito (FD) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Direito | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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