| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.author | Santos, Marcelo Henrique Gonçalves Rivera Moreira | - |
| dc.date.accessioned | 2026-10-01T18:41:02Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-01T18:41:02Z | - |
| dc.date.issued | 2026-10-01 | - |
| dc.date.submitted | 2025-05-12 | - |
| dc.identifier.citation | SANTOS, Marcelo Henrique Gonçalves Rivera Moreira. Guarda e poder familiar : uma releitura para a igualdade parental. 2025. 223 f. Tese (Doutorado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/57082 | - |
| dc.description | Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Programa de Pós-Graduação em Direito, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Esta tese analisa a relação entre os institutos do poder familiar, guarda e regras de
convivência no Direito das Famílias brasileiro, propondo uma simplificação conceitual
e normativa que priorize o melhor interesse de crianças e adolescentes em um
contexto de transformações sociais e familiares. Partindo de uma abordagem
histórico-jurídica e bibliográfica, o estudo examina a evolução do poder familiar desde
o modelo patriarcal do "pátrio poder" até sua configuração contemporânea,
enfatizando sua transição para uma nova nomenclatura no cenário jurídico brasileiro:
“autoridade parental", com destaque na proteção integral dos filhos, conforme
influências do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e do Código Civil de 2002.
A pesquisa problematiza a persistência do instituto jurídico da guarda, destacando a
baixa adesão prática da guarda compartilhada — apenas 37,79% dos casos em
2022, segundo o IBGE, apesar da Lei nº 13.058/2014 — e a confusão conceitual que
a cerca. Argumenta-se que a guarda, seja unilateral ou compartilhada, não agrega
valor jurídico ao que o poder familiar já assegura, perpetuando litígios e estigmas,
como o do "não guardião", sem efetivar a corresponsabilidade parental. A hipótese
central sugere a absorção da guarda pelo poder familiar, reconfigurado como
"autoridade parental", para simplificar o ordenamento jurídico e promover o bemestar infantil e a igualdade entre genitores. Os benefícios da simplificação jurídica
incluem o fortalecimento dos vínculos afetivos, a redução de conflitos judiciais e a
desconstrução de papéis de gênero tradicionais, alinhando-se às demandas das
famílias contemporâneas. Nesse contexto, a tutela é apresentada como alternativa
eficaz na ausência dos pais, garantindo proteção sem comprometer a proposta.
Conclui-se que tal reestruturação, inspirada em precedentes como a EC nº 66/2010,
pode realinhar o Direito das Famílias à simplicidade e à funcionalidade, exigindo
revisões legislativas e estudos empíricos futuros. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Guarda e poder familiar : uma releitura para a igualdade parental | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Família - poder | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Guarda compartilhada | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Autoridade parental | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Família | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This thesis examines the relationship between the institutes of family power, custody,
and visitation rules within Brazilian Family Law, proposing a conceptual and normative
simplification that prioritizes the best interests of children and adolescents amidst a
context of social and familial transformations. Adopting a historical-juridical and
bibliographic approach, the study traces the evolution of family power from the
patriarchal model of "paternal power" to its contemporary configuration, emphasizing
its transition to a new nomenclature in the Brazilian legal framework: "parental
authority," with a focus on the comprehensive protection of children, as influenced by
the Statute of the Child and Adolescent (ECA) and the Civil Code of 2002. The
research problematizes the persistence of the legal institute of custody, highlighting
the low practical adoption of shared custody—only 37.79% of cases in 2022,
according to IBGE data, despite Law No. 13,058/2014—and the conceptual confusion
surrounding it. It argues that custody, whether unilateral or shared, adds no legal
value beyond what family power already ensures, perpetuating litigation and stigmas,
such as that of the "non-custodial parent," without effectively promoting parental coresponsibility. The central hypothesis suggests the absorption of custody into family
power, reframed as "parental authority," to simplify the legal system and enhance
child well-being and equality between parents. The benefits of this legal simplification
include strengthened affective bonds, reduced judicial conflicts, and the
deconstruction of traditional gender roles, aligning with the demands of contemporary
families. In this context, guardianship is presented as an effective alternative in the
absence of parents, ensuring protection without undermining the proposal. It is
concluded that such restructuring, inspired by precedents like Constitutional
Amendment No. 66/2010, could realign Family Law with simplicity and functionality,
requiring legislative revisions and future empirical studies. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Direito (FD) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Direito | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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