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VitoriaDosSantosNogueira_DISSERT.pdf1,37 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorDurigan, João Luiz Quaglioti-
dc.contributor.authorNogueira, Vitória dos Santos-
dc.date.accessioned2026-09-30T18:20:34Z-
dc.date.available2026-09-30T18:20:34Z-
dc.date.issued2026-09-30-
dc.date.submitted2026-07-01-
dc.identifier.citationNOGUEIRA, Vitória dos Santos. A frequência de 10 kHz faz diferença?: respostas motoras e sensoriais a correntes de alta frequência com fases correspondentes. 2026. 41 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/57057-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, 2026.pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Investigar como a variação das frequências de corrente e das durações de fase influencia o recrutamento sensório-motor e o desconforto percebido. Métodos: Foi realizado um estudo randomizado, duplo-cego e cruzado. Trinta participantes receberam estimulação elétrica dos flexores plantares utilizando quatro correntes alternadas em quilohertz (KFAC: 10, 5, 2,5 e 1 kHz), quatro correntes pulsadas com fase correspondente (PC: 0,05, 0,1, 0,2 e 0,5 ms) e uma corrente monofásica de 1 ms. As curvas de recrutamento foram geradas a partir de 40 estímulos para obtenção da onda M e do reflexo H do músculo sóleo, seguidos de 20 estímulos submáximos, correspondentes a 3-7% e aproximadamente 20% do Mmax. O recrutamento sensório-motor foi avaliado por meio das respostas normalizadas da onda M e do reflexo H, e o desconforto percebido foi mensurado utilizando uma escala visual analógica (EVA) de 0-10 cm. Resultados: As correntes PC e KFAC produziram amplitudes de Mmax comparáveis quando as larguras de fase foram correspondidas. Entretanto, a PC exigiu menores intensidades de estimulação do que a KFAC nas durações de 0,1-0,5 ms, enquanto o pulso monofásico de 1 ms exigiu intensidades menores do que a maioria das outras condições (exceto na duração de 0,5 ms). As amplitudes de Hmax foram, em geral, semelhantes entre PC e KFAC, exceto em 0,2 ms, condição em que surgiram diferenças, e o pulso de 1 ms evocou Hmax maior do que as durações mais curtas (≤0,2 ms). As razões H/M foram comparáveis em 0,05 e 0,5 ms, mas foram maiores para a PC em 0,1-0,2 ms. O desconforto percebido, medido pela EVA, não diferiu entre PC e KFAC nas durações de fase correspondidas; contudo, considerando todas as condições, o pulso de 1 ms foi classificado como o mais confortável. Conclusão: Quando a duração de fase é correspondida, KFAC e PC evocam respostas motoras e sensoriais equivalentes e níveis semelhantes de desconforto. Durações de pulso mais amplas (0,5-1 ms) otimizam o recrutamento sensorial e reduzem a necessidade de intensidades elevadas, confirmando a duração de fase como o principal parâmetro para protocolos de EENM (NMES) eficientes e confortáveis. Significância: A duração de fase é determinante para melhorar a eficácia e a tolerabilidade da EENM, com implicações diretas para a reabilitação, o aprimoramento do desempenho e aplicações em neuroengenharia.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleA frequência de 10 kHz faz diferença? : respostas motoras e sensoriais a correntes de alta frequência com fases correspondentespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordFrequência 10 kHzpt_BR
dc.subject.keywordReflexo Hpt_BR
dc.subject.keywordOnda Mpt_BR
dc.subject.keywordKFACpt_BR
dc.subject.keywordEENMpt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1Objective: To determine how kilohertz-frequency alternating currents (KFAC) and phase matched pulsed currents (PC) influence sensory-motor recruitment and discomfort during tibial nerve stimulation. Methods: In this randomized, double-blind, crossover study, 30 healthy adults received single 1-ms stimuli to the tibial nerve using four KFAC conditions (10, 5, 2.5, and 1 kHz), four phase-matched PC conditions (0.05, 0.1, 0.2, and 0.5 ms), and one 1-ms monophasic pulse. Recruitment curves were generated using 40 stimuli to elicit soleus M-wave and H-reflex responses. This was followed by 20 submaximal stimuli delivered at intensities of 20% of Mmax. Sensory–motor recruitment was assessed using the Hmax/Mmax ratio, and perceived discomfort was evaluated using a 0–10 cm visual analogue scale. Results: PC and KFAC produced comparable Mmax at matched phase durations. However, PC required lower intensities than KFAC at 0.1–0.5 ms, whereas 10 kHz required lower intensities than the 0.05-ms PC condition. Hmax was generally similar between waveforms, except at 0.2 ms, where PC elicited greater responses than 2.5 kHz KFAC. Hmax/Mmax ratios were comparable at 0.05 and 0.5 ms but higher for PC at 0.1–0.2 ms. Discomfort did not differ between phase-matched waveforms, and the 1-ms monophasic pulse was the most comfortable condition. Conclusion: When phase duration is matched, KFAC and PC evoke equivalent motor and sensory responses and similar discomfort. Wider pulse durations (0.5–1 ms) optimize sensory recruitment and reduce intensity demands, confirming phase duration as the key for efficient and comfortable NMES protocols.pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Ciências e Tecnologias em Saúde (FCTS) – Campus UnB Ceilândiapt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitaçãopt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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