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LucasSantosEAvila_DISSERT.pdf567,16 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorZimmermann, Ivan Ricardo-
dc.contributor.authorÁvila, Lucas Santos e-
dc.date.accessioned2026-09-02T22:27:54Z-
dc.date.available2026-09-02T22:27:54Z-
dc.date.issued2026-09-02-
dc.date.submitted2024-06-27-
dc.identifier.citationÁVILA, Lucas Santos e. Internações por doenças crônicas complexas e raras no Brasil: uma análise entre os anos de 2008 a 2021. 2024. 25 f 141 f., il. Dissertação (Mestrado Profissionalizante em Saúde Coletiva) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/55835-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, 2024.pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: Objetivou-se descrever o perfil das internações por Doenças Raras dos registros no banco de dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) no Brasil no período de 2008 a 2021. Métodos: Estudo epidemiológico descritivo realizado a partir das informações contidas no Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) no Brasil. A análise exploratória utilizou como base o banco de dados dos Arquivos Reduzidos (RD) dos movimentos das Autorizações de Internações Hospitalares (AIH). O tratamento do banco e as análises básicas relacionadas ao estudo foi utilizado o TabWin, versão 4.1.5, para calcular os indicadores selecionados e gerar as ilustrações contidas no trabalho foi utilizado o Software Microsoft Excel. Resultados: As internações por Doenças Raras no Brasil de 2008 a 2021, evidenciam a predominância do sexo feminino (52%), faixa etária de 1 a 9 anos (19,2%), raça/cor parda (33,0%). Dos 4.458 registros de óbitos referentes às internações (2,4%), tem como principais causas a doença falciforme (21,8%), artrite reumatóide (17,4%) e anemia aplástica (10,9%). Nas análises sobre o perfil da internação, foram encontrados como resultados (50,7%) de gestão municipal plena, média complexidade, equivalente a 95,9% dos registros, maior número de registros com permanência de três dias, 98.012 internações (16,2% dos registros), analisando o valor pago pelas internações por Doenças Raras no período de 2008 a 2021 foi contabilizado um total de R$331.995.456,78. Conclusão: Este estudo mostra que a análise das informações de casos de Doenças Raras presentes no Sistema de Informações Hospitalares (SIH) é uma estratégia viável, ainda que limitada, para a construção de indicadores epidemiológicos para doenças raras no Brasil. Sendo possível identificar e listar algumas características relacionadas ao perfil do paciente (sexo, faixa etária, raça/cor, óbitos, causa), informações relacionadas a internação (gestão do estabelecimento, complexidade do estabelecimento, caráter do atendimento, dias de permanência e total pago por internação), assim como as principais causas de internação por Doenças Raras nas regiões do Brasil no período estudado.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleInternações por doenças crônicas complexas e raras no Brasil : uma análise entre os anos de 2008 a 2021pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordDoenças raraspt_BR
dc.subject.keywordSistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS)pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Ciências da Saúde (FS)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Mestrado Profissionalizantept_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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