http://repositorio.unb.br/handle/10482/55779| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| EllenCristineFerreiraDaSilva_DISSERT.pdf | 6,23 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Título: | Efeitos de um treinamento com realidade virtual imersiva comparado com o ciclismo estacionário sobre o tremor e a qualidade de vida de pessoas com a doença de Parkinson : ensaio clínico randomizado |
| Autor(es): | Silva, Ellen Cristine Ferreira da |
| Orientador(es): | Mendes, Felipe Augusto dos Santos |
| Assunto: | Doença de Parkinson Tremor Qualidade de vida Realidade virtual - doença Ciclismo |
| Data de publicação: | 31-Ago-2026 |
| Data de defesa: | 17-Fev-2025 |
| Referência: | SILVA, Ellen Cristine Ferreira da. Efeitos de um treinamento com realidade virtual imersiva comparado com o ciclismo estacionário sobre o tremor e a qualidade de vida de pessoas com a doença de Parkinson : ensaio clínico randomizado. 2025. 115 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024. |
| Resumo: | Introdução: A doença de Parkinson (DP) é uma enfermidade crônica, progressiva e neurodegenerativa que pode tremores podendo impactar na realização de atividades cotidianas e na qualidade de vida. Treinamentos utilizando Ciclismo Estacionário ativo (CE) demonstraram capacidade de reduzir o tremor de repouso e melhorar o desempenho dos membros superiores (MMSS) em pessoas com DP. Por outro lado, Treinamentos com Realidade Virtual (RV) não imersiva também se mostraram opções de tratamento seguras e efetivas para a melhora do equilíbrio, da marcha e da destreza manual nessa população. Porém, não foram avaliados os possíveis efeitos do uso da RV Imersiva (RVI) sobre o tremor e a qualidade de vida de pessoas com DP. Objetivos: Este estudo teve como objetivos avaliar a efetividade de um treinamento com a RVI comparado a um treinamento com o CE, sobre o tremor de repouso, postural, cinético e a qualidade de vida de pessoas com DP. Métodos: Trata-se de um ensaio clínico randomizado, simples cego e controlado. Foram recrutadas 22 pessoas com diagnóstico de DP, randomizadas em dois grupos: RVI (n=11) e CE (n=11). Os protocolos de intervenção foram aplicados durante 8 semanas consecutivas, distribuídas em duas sessões semanais, com duração de 50 minutos. Os tremores foram avaliados com o aplicativo de smartphone Study my tremor. A qualidade devida foi avaliada por meio do questionário Parkinson’s Disease Questionnaire-39 (PDQ-39). As avaliações foram realizadas previamente às intervenções e ao final das intervenções. Resultados: Os resultados mostraram que, embora não tenham sido encontradas mudanças estatisticamente significativas nos tremores, após os treinamentos com RVI ou com CE, grandes tamanhos de efeito foram encontrados, indicando redução das amplitudes dos tremores postural e cinético, apenas após o treino com RVI. Não houve diferenças significativas ou efeitos importantes nas frequências dos tremores. O treinamento com RVI resultou em melhora significativa na percepção total da qualidade de vida (p=0,01) e melhora clinicamente importante (MCID) na percepção dos subdomínios de estigmas, cognição e desconforto corporal, exclusivamente após o treinamento com RVI. O treinamento com CE promoveu melhora significativa no subdomínio de mobilidade, enquanto o subdomínio das atividades da vida diária apresentou melhora após ambos os tipos de treinamento. Conclusão: O treinamento com a realidade virtual imersiva (RVI) tem potencial para promover redução do tremor postural e cinético e melhora da percepção de QV em pessoas com DP. |
| Abstract: | Introduction: Parkinson’s Disease (PD) is a chronic, progressive, neurodegenerative disorder that can cause various types of tremors, potentially affecting the performance of daily activities and quality of life. Treatment with active Stationary Cycling (SC) have already demonstrated the ability to reduce resting tremors and improve upper limb (UL) performance in individuals with PD. On the other hand, non-immersive Virtual Reality (VR) training has also proven to be a safe and effective treatment option for improving UL motor skills, balance, and gait in this population. However, to date, the potential effects of using Immersive Virtual Reality (IVR) on tremor and quality of life in people with PD have not been assessed. Objectives: This study aimed to evaluate the effectiveness of an IVR training compared to SC training on resting, postural, and kinetic tremors, as well as the quality of life in individuals with PD. Methods: This was a single-blind, randomized controlled clinical trial. A total of 22 individuals diagnosed with PD were recruited and randomized into two groups: IVR (n=11) and SC (n=11). The intervention protocols were applied over 8 consecutive weeks, with two weekly sessions of 50 minutes each. Tremors were assessed using the smartphone application StudyMyTremor. Quality of life was evaluated using the Parkinson’s Disease Questionnaire-39 (PDQ-39). Evaluations were conducted before and after the interventions. Results: Although no statistically significant changes in tremors were found after IVR or SC training, large effect sizes were observed, indicating a reduction in the amplitudes of postural and kinetic tremors only after IVR training. There were no significant differences or important effects on tremor frequencies. IVR training resulted in a significant improvement in the overall perception of quality of life (p=0.01) and a clinically important improvement (MCID) in the perception of the subdomains of stigma, cognition, and bodily discomfort, exclusively after IVR training. SC training promoted a significant improvement in the mobility subdomain, while the activities of daily living subdomain showed improvement after both types of training. Conclusion: Immersive virtual reality (IVR) training may potentially reduce postural and kinetic tremors and improve the perception of quality of life in individuals with PD. |
| Unidade Acadêmica: | Faculdade de Ciências e Tecnologias em Saúde (FCTS) – Campus UnB Ceilândia |
| Informações adicionais: | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, 2025. |
| Programa de pós-graduação: | Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação |
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| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado |
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