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AndreaSouzaBomfim_DISSERT.pdf2,67 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorCastro, Vanessa Maria dept_BR
dc.contributor.authorBomfim, Andréa Souzapt_BR
dc.date.accessioned2026-08-03T19:06:43Z-
dc.date.available2026-08-03T19:06:43Z-
dc.date.issued2026-08-03-
dc.date.submitted2025-02-27-
dc.identifier.citationBOMFIM, Andréa Souza. "O mar não tem patrão" : controle social e criminalização no território quilombola das águas (Graciosa/BA). 2026. 122 f., il. Dissertação (Mestrado em Direitos Humanos e Cidadania) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/55580-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Centro de Estudos Avançados e Multidisciplinares, Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Cidadania, 2026.pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho de dissertação propõe analisar as dinâmicas de disputa e processos de criminalização em contexto de conflito territorial envolvendo agentes do hidronegócio, Estado e a Comunidade Quilombola e Pesqueira de Graciosa (Taperoá/BA), localizada na região do Baixo Sul da Bahia. Desse modo, objetiva-se apontar como a expropriação do território pesqueiro-quilombola é garantida por um conjunto de criminalizações motivadas por empreendimentos do hidronegócio, impedindo o direito de autodeterminação do quilombo pesqueiro e o uso material e imaterial do território, impactando na efetivação de conquistas de direitos. A pesquisa também evidencia o papel central das pescadoras quilombolas na resistência e defesa do território, destacando suas estratégias de luta, a transmissão intergeracional de saberes e o enfrentamento diário às múltiplas formas de opressão. Por fim, investiga os mecanismos de controle social utilizados pelo hidronegócio, que acarretam tanto a morte material, manifestada na restrição ao trabalho, subsistência, moradia e expropriação do território, como também a morte imaterial, expressa na destruição da memória, dos saberes, da cultura, da religião e do lazer.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.title"O mar não tem patrão" : controle social e criminalização no território quilombola das águas (Graciosa/BA)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordQuilombospt_BR
dc.subject.keywordPescadorespt_BR
dc.subject.keywordConflitos territoriaispt_BR
dc.subject.keywordControle socialpt_BR
dc.subject.keywordCriminalizaçãopt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This dissertation analyzes the dynamics of disputes and criminalization processes in the context of a territorial conflict involving hydro-business actors, the State, and the Quilombola and Fishing Community of Graciosa (Taperoá, Bahia), located in the Lower South region of Bahia. Thus, the aim is to identify how the expropriation of the Quilombola fishing territory is guaranteed by a series of criminalizations motivated by hydro-business ventures, impeding the right to self-determination of the fishing quilombo and the material and immaterial use of the territory, impacting the realization of rights. The research also highlights the central role of quilombola fisherwomen in resistance and territorial defense, highlighting their struggle strategies, the intergenerational transmission of knowledge, and the daily confrontation of multiple forms of oppression. Finally, it investigates the mechanisms of social control used by the hydro-business, which result in both material death, manifested in restrictions on work, subsistence, housing and expropriation of territory, as well as immaterial death, expressed in the destruction of memory, knowledge, culture, religion and leisure.pt_BR
dc.description.unidadeCentro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Cidadaniapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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