| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Balaban, Marcelo | pt_BR |
| dc.contributor.author | Ferreira, Bruna Santana de Sá | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-07-27T19:29:11Z | - |
| dc.date.available | 2026-07-27T19:29:11Z | - |
| dc.date.issued | 2026-07-27 | - |
| dc.date.submitted | 2026-03-04 | - |
| dc.identifier.citation | FERREIRA, Bruna Santana de Sá. Mulheres em pauta: imprensa, maternidade, trabalho e eugenia em São Paulo (1880-1910). 2026. 287 f. Tese (Doutorado em História) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/55502 | - |
| dc.description | Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, Programa de Pós-Graduação em História, 2026. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Esta tese investiga a constituição da eugenia enquanto prática social, discursiva e institucional no Brasil, especialmente no contexto urbano paulista entre os séculos XIX e XX, a partir da análise de experiências de mulheres negras e empobrecidas nos jornais da época, com ênfase no periódico A Província de São Paulo. Longe de compreender a eugenia apenas como um discurso médico-científico consolidado no século XX, o trabalho propõe pensá-la como um processo histórico difuso, anterior à sua formalização conceitual por Francis Galton, em 1883, e profundamente enraizado nas práticas de controle, vigilância e medicalização dos corpos femininos subalternizados. A pesquisa articula raça, gênero e classe para demonstrar como a imprensa, a medicina e o Estado operaram conjuntamente na construção de uma nova moralidade de gênero e maternidade, em prol da regeneração e branqueamento da sociedade brasileira. A análise estrutura-se em torno das experiências de mulheres escravizadas e libertas, da atuação de parteiras estrangeiras e do controle sobre as amas de leite, demonstrando que a maternidade e o trabalho foram campos de disputa fundamentais na construção da identidade nacional. Conclui-se que a formação da eugenia e a reconfiguração dos papéis sociais das mulheres no pós-abolição foram processos simultâneos e co-constitutivos, onde a eugenia já operava na prática social antes mesmo de ser nomeado como tal. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) | - |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Mulheres em pauta : imprensa, maternidade, trabalho e eugenia em São Paulo (1880-1910) | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Maternidade | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Eugenia | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Imprensa | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | In this thesis, we investigate the constitution of eugenics as a social, discursive, and
institutional practice in Brazil, particularly within the urban context of São Paulo between
the nineteenth and twentieth centuries. It does so through the analysis of the experiences
of Black and impoverished women as represented in contemporary newspapers, with
special emphasis on the periodical A Província de São Paulo.
Far from understanding eugenics merely as a consolidated medical-scientific discourse
of the twentieth century, we propose to conceptualize it as a diffuse historical process,
one that predates its formal conceptualization by Francis Galton in 1883 and was deeply
rooted in practices of control, surveillance, and medicalization directed at subalternized
female bodies.
The research articulates race, gender, and class in order to demonstrate how the press,
medicine, and the State operated jointly in the construction of a new moral order of gender
and motherhood, aimed at the regeneration and whitening of Brazilian society. The
analysis is structured around the experiences of enslaved and freed women, the activities
of foreign midwives, and the regulation of wet nurses, demonstrating that motherhood
and labor constituted central arenas of dispute in the making of national identity.
We conclude that the formation of eugenics and the reconfiguration of women’s social
roles in the post-abolition period were simultaneous and co-constitutive processes, in
which eugenics was already operating in social practice even before it was formally
named as such. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Ciências Humanas (ICH) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de História (ICH HIS) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em História | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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