| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Martins, Gisele | - |
| dc.contributor.author | Fonseca, Lilhian Cristine Fernandes da | - |
| dc.date.accessioned | 2026-07-06T19:43:00Z | - |
| dc.date.available | 2026-07-06T19:43:00Z | - |
| dc.date.issued | 2026-07-06 | - |
| dc.date.submitted | 2025-07-16 | - |
| dc.identifier.citation | FONSECA, Lilhian Cristine Fernandes da. Abordagem de codesign para ferramenta de suporte informacional sobre sintomas urinários e intestinais na infância. 2025. 144 f., il. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/55269 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | INTRODUÇÃO: Alinhado às abordagens tecnológicas, o codesign surge como processo que
propõe a criação de um produto desenvolvido em conjunto com o público-alvo da pesquisa.
Caracteriza-se como um processo ativo e voluntário de produtores e utilizadores do qual
resultam pesquisas, que trabalham no redesenho de serviços. Na perspectiva de tratamento de
crianças com Disfunção Vesical e Intestinal (DVI), percebe-se a necessidade de melhorar a
compreensão dossintomas apresentados, dando voz a esse público. Para tanto, faz-se necessário
o engajamento das crianças, seus cuidadores principais e profissionais especialistas para
maximização da adesão terapêutica a práticas de uroterapia padrão no contexto de cuidado
urológico. OBJETIVO: Descrever as percepções e expectativas com uso da animação em
vídeo de profissionais especialistas, crianças com DVI e seus cuidadores principais como
suporte informacional sobre DVI (ou seja, uso de “tecnologia” /ferramenta digital como
promotora de cuidado em saúde). MÉTODO: Trata-se de estudo qualitativo, no qual foram
realizadas entrevistas semiestruturadas com profissionais especialistas, cuidadores e crianças
com sintomas urinários e intestinais. A abordagem do codesign foi utilizada, visando
aprimoramento de protótipo de animação em vídeo pautado na metodologia participativa do
usuário. RESULTADOS: 2 rodadas de entrevistas foram realizadas com 12 crianças, 12
cuidadores principais e 15 profissionais especialistas. Dos 15 profissionais especialistas que
participaram do estudo, a amostra foi composta por enfermeiros (n=4), médicos urologistas
(n=1), médicos nefrologistas (n=3), fisioterapeutas (n=3), nutricionistas (n=2) e psicólogos
(n=2). Temas e subtemas emergiram do estudo a partir da análise temática pelo software
NVIVO versão 12, os quais refletem as percepções dos três grupos de participantes de pesquisa
sobre o protótipo de animação em vídeo desenvolvido. Dessa forma, foi possível a divisão em
4 categorias temáticas: Cuidado colaborativo e corresponsável entre profissionais, família e
escola; A animação em vídeo como tecnologia educativa em aprimoramento pelo codesign;
Empoderamento, identificação e engajamento no cuidado urológico; Vergonha e bullying:
barreiras emocionais e sociais ao engajamento. As sugestões de melhorias para a animação em
vídeo sugeridas pelos participantes envolvem aprimoramento técnico e de acessibilidade, de
formato e estratégias pedagógicas, de conteúdos e informações, de aspectos narrativos e
personagens, duração e ritmo, além de aspectos de divulgação e alcance. CONSIDERAÇÕES
FINAIS: A partir dos resultados, foi possível identificar não apenas perceções sobre o
conteúdo da animação em vídeo como protótipo, mas também sugestões concretas para
aprimoramento, reafirmando o valor do engajamento dos usuários no desenvolvimento de
tecnologias em saúde. Os resultados apontam que a animação em vídeo tem o potencial de atuar
como suporte informacional no cuidado às crianças com DVI, contribuindo para o
reconhecimento e a identificação dos sintomas, a promoção de hábitos saudáveis de eliminação,
a ampliação da comunicação entre a criança, a família, a escola e a equipe de saúde, além do
fortalecimento do engajamento terapêutico. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Abordagem de codesign para ferramenta de suporte informacional sobre sintomas urinários e intestinais na infância | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Trato urinário inferior - sintomas | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Constipação intestinal | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Comunicação em saúde | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Saúde da criança | pt_BR |
| dc.contributor.advisorco | Salviano, Cristiane Feitosa | - |
| dc.description.abstract1 | INTRODUCTION: Aligned with technological approaches, codesign emerges as a process
that proposes the creation of a product developed together with the target audience of the
research. It is characterized as an active and voluntary process of producers and users that
results in research, which works on the redesign of services. From the perspective of treating
children with Bladder and Bowel Dysfunction (BBD), there is a need to improve the
understanding of the symptoms presented, giving voice to this audience. To this end, it is
necessary to engage children, their primary caregivers and professionals to maximize
therapeutic adherence to standard urotherapy practices in the context of urological care. AIM:
To describe the experience of patient engagement in research with children, their primary
caregivers, and specialist professionals to enhance the development of an informational support
resource on urinary and bowel symptoms in childhood. METHOD: This is a qualitative study,
in which semi-structured interviews were conducted with specialist professionals, caregivers
and children with urinary and intestinal symptoms. The co-design approach was used, aiming
to improve a video animation prototype based on the user's participatory methodology.
RESULTS: Two rounds of interviews were conducted with 12 children, 12 primary caregivers,
and 15 specialist professionals. Of the 15 specialist professionals who participated in the study,
the sample consisted of nurses (n=4), urologists (n=1), nephrologists (n=3), physiotherapists
(n=3), nutritionists (n=2), and psychologists (n=2). Themes and subthemes emerged from the
study based on thematic analysis using the NVIVO software version 12, which reflect the
perceptions of the three groups of research participants about the developed video animation
prototype. Thus, it was possible to divide it into 4 thematic categories: Collaborative and coresponsible care between professionals, family, and school; Video animation as an educational
technology being improved through codesign; Empowerment, identification, and engagement
in urological care; Shame and bullying: emotional and social barriers to engagement. The
suggestions for improvements to video animation suggested by participants involve technical
and accessibility improvements, format and pedagogical strategies, content and information,
narrative aspects and characters, duration and rhythm, as well as aspects of dissemination and
reach. CONCLUSION: Based on the results, it was possible to identify not only perceptions
about the content of the video animation as a prototype, but also concrete suggestions for
improvement, reaffirming the value of user engagement in the development of health
technologies. The results indicate that video animation has the potential to act as informational
support in the care of children with BBD, contributing to the recognition and identification of
symptoms, the promotion of healthy elimination habits, the expansion of communication
between the child, the family, the school and the health team, in addition to strengthening
therapeutic engagement. | pt_BR |
| dc.description.abstract2 | INTRODUCCIÓN: En consonancia con los enfoques tecnológicos, el codiseño surge como
un proceso que propone la creación de un producto desarrollado conjuntamente con el público
objetivo de la investigación. Se caracteriza por ser un proceso activo y voluntario de
productores y usuarios que da lugar a una investigación que trabaja en el rediseño de los
servicios. Desde la perspectiva del tratamiento de niños con disfunción vesical e intestinal
(DVI), es necesario mejorar la comprensión de los síntomas presentados, dando voz a este
público. Para ello, es necesario involucrar a los niños, a sus cuidadores principales y a
profesionales especializados para maximizar la adherencia terapéutica a las prácticas estándar
de uroterapia en el contexto de la atención urológica. OBJETIVOS: Describir la experiencia
de participación de los pacientes en investigaciones con niños, sus cuidadores principales y
profesionales especializados para mejorar el desarrollo de un recurso de apoyo informativo
sobre los síntomas urinarios e intestinales en la infancia. MÉTODOS: Se trata de un estudio
cualitativo en el que se realizaron entrevistas semiestructuradas con profesionales especialistas,
cuidadores y niños con síntomas urinarios e intestinales. Se empleó el enfoque de codiseño
para mejorar un prototipo de videoanimación basado en la metodología participativa del
usuario. RESULTADOS: Se realizaron dos rondas de entrevistas con 12 niños, 12 cuidadores
primarios y 15 profesionales especialistas. De los 15 profesionales especialistas que
participaron en el estudio, la muestra estuvo compuesta por enfermeras (n=4), urólogos (n=1),
nefrólogos (n=3), fisioterapeutas (n=3), nutricionistas (n=2) y psicólogos (n=2). Del estudio
surgieron temas y subtemas basados en el análisis temático utilizando el software NVIVO
versión 12, que reflejan las percepciones de los tres grupos de participantes de la investigación
sobre el prototipo de animación de video desarrollado. Así, fue posible dividirlo en 4 categorías
temáticas: Cuidado colaborativo y corresponsable entre profesionales, familia y escuela; La
animación en vídeo como tecnología educativa que se mejora mediante el codiseño;
Empoderamiento, identificación y participación en la atención urológica; Vergüenza y acoso
escolar: barreras emocionales y sociales para la participación. Las sugerencias de mejora a la
animación en vídeo planteadas por los participantes involucran mejoras técnicas y de
accesibilidad, formato y estrategias pedagógicas, contenido e información, aspectos narrativos
y personajes, duración y ritmo, así como aspectos de difusión y alcance. CONCLUSIÓN: Con
base en los resultados, fue posible identificar no solo percepciones sobre el contenido de la
animación de video como prototipo, sino también sugerencias concretas de mejora, lo que
reafirma el valor de la participación del usuario en el desarrollo de tecnologías sanitarias. Los
resultados indican que la animación de video tiene el potencial de servir como apoyo
informativo en la atención de niños con DVI, contribuyendo al reconocimiento e identificación
de síntomas, la promoción de hábitos saludables de evacuación, la ampliación de la
comunicación entre el niño, la familia, la escuela y el equipo de salud, además de fortalecer la
implicación terapéutica. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Ciências da Saúde (FS) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Enfermagem (FS ENF) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Enfermagem | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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