| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Dutra, Maurílio Tiradentes | - |
| dc.contributor.author | Rocha, Gabriel Carvalho | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-23T18:20:53Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-23T18:20:53Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-23 | - |
| dc.date.submitted | 2025-12-15 | - |
| dc.identifier.citation | ROCHA, Gabriel Carvalho. Efeito do exercício resistido e da suplementação de magnésio dimalato na reabilitação de covid longa. 2025. 48 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação Física) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/55027 | - |
| dc.description | Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: A COVID Longa é categorizada por sintomas que perduram por mais de 12 semanas nos
pacientes após a fase aguda da COVID-19. Trata-se de uma doença multissistêmica que pode causar:
danos a múltiplos órgãos, afetar o sistema neurológico e cognitivo, impactar o sistema reprodutivo,
respiratório, além de síndrome da fadiga crônica e disautonomia. O treinamento resistido (TR) tem
papel essencial no fortalecimento e no aumento da massa muscular, o que pode melhorar a capacidade
funcional da população. Estratégias de suplementação alimentar também podem ser úteis no que se
refere à reabilitação de COVID Longa e podem funcionar como adjuvante ao TR. Dos suplementos
com potencial benefício, destaca-se o magnésio dimalato. Ele poderia potenciar efeitos benéficos do
treinamento, bem como sobre eventual sintomatologia persistente típica da COVID-19, tais como
fadiga e cansaço. Objetivo: Analisar o efeito do TR combinado com a suplementação de magnésio
dimalato sobre a sintomatologia de COVID Longa de indivíduos acometidos pela doença.
Metodologia: Ensaio clínico quasiexperimental programado para acontecer em 12 semanas composto
por dois grupos. Um grupo de TR sem suplementação (TRAD) e um grupo de TR combinado com a
suplementação de magnésio dimalato (SUP). A amostra foi composta por indivíduos maiores de 18
anos, inativos fisicamente por 3 meses, que haviam sido diagnosticados com COVID-19 há pelo
menos 3 meses e no máximo 24 meses e que apresentaram pelo menos 1 sintoma persistente de
COVID-19. As variáveis antropométricas, funcionais e bioquímicas foram avaliadas em 3 momentos,
junto à força de preensão manual, espessura do bíceps, pressão arterial, capacidade funcional e a
intensidade e prevalência de sintomas, avaliadas através do questionário DSQ-COVID. Resultados e
discussão: Oito pacientes completaram 6 semanas e cinco completaram 12 semanas de treinamento.
Na análise de 6 semanas, apenas o grupo SUP apresentou redução significativa do escore de sintomas
(1996,9±425,2 UA vs 1309,4±416,4 UA, p < 0,05). A força de preensão manual aumentou
discretamente em ambos os grupos (+3,6% em TRAD e +9,4% em SUP, p>0,05). Houve leve redução
no tempo do teste de sentar-se e levantar (-3,7% em TRAD e -3,4% em SUP, p>0,05). O tempo do
teste “levantar-se e caminhar” melhorou levemente apenas no grupo TRAD (-9,4%, p>0,05), e a
espessura do bíceps aumentou apenas no grupo SUP (+13,6%, p>0,05). Já na análise de 12 semanas,
na variação percentual que, no momento 3, com exceção da FPM, todos os outros parâmetros
apresentaram resultados melhores no grupo SUP em relação ao grupo TRAD. Esse resultado confirma
a tendência observada no momento 2, quando apenas o grupo que suplementou com magnésio reduziu
de forma significativa o escore de sintomas, bem como aumentou a espessura muscular.
Considerações finais: é difícil afirmar que a suplementação de magnésio adiciona um efeito
significativo ao TR durante a reabilitação da COVID Longa nas primeiras seis semanas, embora essa
tendência tenha sido confirmada no momento 3. Estudos futuros devem analisar amostras maiores,
protocolos de TR mais intensos e uma duração mais longa de TR e da suplementação de magnésio. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Efeito do exercício resistido e da suplementação de magnésio dimalato na reabilitação de covid longa | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Treinamento resistido | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Covid-19 | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Reabilitação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Suplementação alimentar | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | Introduction: Long COVID is characterized by symptoms that persist for more than 12 weeks after
the acute phase of COVID-19. It is a multisystemic condition that may cause multiorgan damage and
affect neurological, cognitive, reproductive, and respiratory systems, in addition to leading to chronic
fatigue syndrome and dysautonomia. Resistance training (RT) plays an essential role in strengthening
and increasing muscle mass, which can considerably improve functional capacity. Nutritional
supplementation strategies may also be useful in the rehabilitation of individuals with Long COVID,
acting as an adjuvant to RT. Among the supplements with potential benefits, magnesium dimaltate
stands out. It may potentiate the beneficial effects of training and mitigate persistent symptoms
commonly associated with COVID-19, such as fatigue and tiredness. Aim: To analyze the effect of
resistance training combined with magnesium dimaleate supplementation on the symptomatology of
Long COVID in individuals affected by the disease. Methods: A quasi-experimental clinical trial
lasting 12 weeks was conducted with two groups: an RT-only group (TRAD) and an RT group
combined with magnesium dimaltate supplementation (SUP). The sample consisted of individuals
over 18 years of age, physically inactive for at least 3 months, previously diagnosed with COVID-19
between 3 and 24 months prior, and presenting at least one persistent symptom. Anthropometric,
functional, and biochemical variables were assessed at three time points, including handgrip strength,
biceps thickness, blood pressure, functional capacity, and symptom intensity and prevalence evaluated
using the DSQ-COVID questionnaire. Results and discussion: Eight participants completed 6 weeks
and five completed 12 weeks of training. After 6 weeks, only the supplemented group (SUP) showed
a significant reduction in symptom scores (1996.9 ± 425.2 AU vs. 1309.4 ± 416.4 AU, p < 0.05).
Handgrip strength increased slightly in both groups (+3.6% in TRAD and +9.4% in SUP, p > 0.05).
A slight reduction was observed in sit-to-stand test time (-3.7% in TRAD and -3.4% in SUP, p > 0.05).
The timed up-and-go test improved modestly only in the TRAD group (-9.4%, p > 0.05), while biceps
thickness increased only in the SUP group (+13.6%, p > 0.05). At 12 weeks, percent changes showed
that, at time point 3, except for handgrip strength, all other parameters improved more in the
experimental group compared to the control group. These findings reinforce the tendency observed at
time point 2, when only the group supplemented with magnesium showed a significant reduction in
symptom scores and an increase in muscle thickness. Conclusion: It is difficult to assert that
magnesium supplementation provides a significant added effect to RT during the first six weeks of
Long COVID rehabilitation, although this trend was confirmed at the final time point. Future studies
should include larger samples, more intensive RT protocols, and longer intervention periods for both
RT and magnesium supplementation. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Educação Física (FEF) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Educação Física | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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