| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Molina, Guilherme Eckhardt | - |
| dc.contributor.author | Silva, Gabriel Cartaxo Barbosa da | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-23T18:12:12Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-23T18:12:12Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-23 | - |
| dc.date.submitted | 2025-05-16 | - |
| dc.identifier.citation | SILVA, Gabriel Cartaxo Barbosa da. Relação entre atividade / reatividade cardiovagal no repouso e a competência cardiorrespiratória durante o teste de esforço máximo em mulheres aparentemente saudáveis. 2025. 86 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação Física) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/55026 | - |
| dc.description | Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: Apesar de controverso, a maioria dos estudos apontam que um elevado
grau de modulação cardiovagal registrado no repouso está positivamente associado com
adaptações físicas crônicas induzidas pelo exercício em homens. Portanto, espera-se que uma
elevada modulação cardiovagal no repouso esteja positivamente relacionada à capacidade
aeróbica individual. Entretanto, esta relação é pouco explorada em mulheres saudáveis. Além
disso, a relação entre a reatividade cardiovagal no repouso com a competência cardiopulmonar
no esforço em mulheres saudáveis ainda não foi estudada. Dessa forma, o presente estudo teve
como objetivo verificar a associação entre a atividade e a reatividade cardiovagal no repouso
com competência cardiopulmonar em mulheres saudáveis. Métodos: A amostra foi composta
por 54 mulheres entre 18 e 27 anos com média de idade de 24,1 ± 4,3 anos e IMC = 22,2 ± 2,5
kg/m². A atividade e a reatividade cardiovagal foram avaliadas por meio da variabilidade
espontânea da frequência cardíaca (VFC) de repouso, expressa pelo índice SD1 nas posições
supina e ortostática, e sua variação absoluta da posição supina para posição ortostática. O
registro dos intervalos RR foi obtido por meio de um monitor de frequência cardíaca Polar®,
modelo RS800CX. Posteriormente, a modulação cardiovagal no repouso foi avaliada pela
VFC, por meio do software Kubios® HRV. O consumo de oxigênio (VO2), a reserva
cronotrópica e a velocidade atingida foram registradas no ponto de compensação respiratória
(LV2) e no pico do esforço durante teste cardiopulmonar incremental máximo (CPX). A análise
estatística utilizou testes não paramétricos com nível de significância de 5%. Foram realizados
testes de correlação de Spearman e teste de comparação de Mann-Whitney. Resultados: O
VO2 no LV2 e no pico do esforço apresentou correlação positiva com a atividade cardiovagal
na posição supina (rs = 0,35 e 0,32, respectivamente; p < 0,01), e com sua reatividade após a
mudança postural (rs = 0,34 e 0,25, respectivamente; p ≤ 0,03). A reserva cronotrópica no LV2
e no pico do esforço também apresentou correlação significativa com a atividade cardiovagal
na posição supina (rs = 0,54 e 0,70, respectivamente; p < 0,01), com a atividade cardiovagal na
posição ortostática (rs = 0,26 e 0,25, respectivamente; p = 0,03), e com a reatividade cardiovagal
(rs = 0,51 e 0,69, respectivamente; p < 0,01). A velocidade atingida em esteira rolante no LV2
e no pico do esforço demonstrou associação com a atividade cardiovagal na posição supina (rs
= 0,28 e 0,26, respectivamente; p < 0,05), na posição ortostática (rs = 0,39 e 0,45, respectivamente; p < 0,05), e com a reatividade cardiovagal da posição supina para ortostática
(rs = 0,30 e 0,27, respectivamente; p ≤ 0,02). Além disso, após dividir o grupo em menor
atividade (1º tercil) vs. maior atividade cardiovagal (3º tercil) no repouso supino, mulheres com
maior atividade cardiovagal no repouso apresentaram valores mais elevados de VO2 no LV2 e
no pico do esforço comparativamente ao grupo com menor atividade cardiovagal (p = 0,02 e
0,03, respectivamente), e valores mais elevados de reserva cronotrópica no LV2 e no pico
comparativamente ao grupo com menor atividade parassimpática (p < 0,01). Com relação a
reatividade cardiovagal, a maior reatividade (3º tercil) se associou com maiores valores de VO2,
velocidade e reserva cronotrópica nos LV2 e no pico do esforço (p = 0,01 a 0,04). Conclusão:
Concluímos que a atividade cardiovagal de repouso e sua reatividade estão positivamente
correlacionadas com a competência cardiopulmonar durante o exercício em mulheres
saudáveis | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Relação entre atividade / reatividade cardiovagal no repouso e a competência cardiorrespiratória durante o teste de esforço máximo em mulheres aparentemente saudáveis | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Variabilidade da freqüência cardíaca | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Mulheres - saúde e higiene | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Teste de esforço | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Sistema nervoso autônomo | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | Introduction: Although controversial, most studies indicate that a high level of
cardiovagal modulation at rest is positively associated with chronic physical adaptations
induced by exercise in men. Therefore, a high resting cardiovagal modulation is expected to be
positively related to individual aerobic capacity. However, this relationship is underexplored
in healthy women. Furthermore, the relationship between cardiovagal reactivity at rest and
cardiopulmonary fitness during exercise in healthy women has not yet been studied. Thus, the
present study aimed to analyze the correlation between cardiovagal activity and reactivity at
rest and cardiopulmonary fitness in healthy women. Methods: The sample consisted of 54
women aged between 18 and 27 years, with a mean age of 24.1 ± 4.3 years and a BMI of 22.2
± 2.5 kg/m². Cardiovagal activity and reactivity were assessed using resting heart rate
variability (HRV), expressed by the SD1 index in supine and standing positions, and the
absolute variation from supine to standing. RR intervals were recorded using a Polar® heart
rate monitor, model RS800CX. Subsequently, resting cardiovagal modulation was evaluated
using HRV with Kubios® HRV software. Oxygen consumption (VO₂), chronotropic reserve,
and speed achieved were recorded at the respiratory compensation point (LV2) and at peak
effort during a maximal incremental cardiopulmonary exercise test (CPX). Statistical analysis
used non-parametric tests with a significance level of 5%. Spearman’s correlation and MannWhitney tests were performed. Results: VO₂ at LV2 and at peak effort showed a positive
correlation with cardiovagal activity in the supine position (rs = 0.35 and 0.32, respectively; p
< 0.01), and with its reactivity following postural change (rs = 0.34 and 0.25, respectively; p ≤
0.03). Chronotropic reserve at LV2 and peak effort also showed a significant correlation with
cardiovagal activity in the supine position (rs = 0.54 and 0.7, respectively; p < 0.01), in the
standing position (rs = 0.26 and 0.25, respectively; p = 0.03), and with cardiovagal reactivity
(rs = 0.51 and 0.69, respectively; p < 0.01). Speed achieved at LV2 and peak effort was
associated with cardiovagal activity in the supine position (rs = 0.28 and 0.26, respectively; p
< 0.05), in the standing position (rs = 0.39 and 0.45, respectively; p < 0.05), and with
cardiovagal reactivity from supine to standing (rs = 0.3 and 0.27, respectively; p ≤ 0.02).
Additionally, after dividing the group into lower activity (1st tertile) vs. higher cardiovagal
activity (3rd tertile) in the supine rest position, women with higher cardiovagal activity at rest
presented higher VO₂ values at LV2 and peak effort compared to those with lower cardiovagal activity (p = 0.02 and 0.03, respectively), and higher chronotropic reserve values at LV2 and
peak compared to those with lower parasympathetic activity (p < 0.01). Regarding cardiovagal
reactivity, higher reactivity (3rd tertile) was associated with higher VO₂, speed, and
chronotropic reserve values at LV2 and at peak effort (p = 0.01 to 0.04). Conclusion: We
conclude that resting cardiovagal activity and its reactivity are positively correlated with
cardiopulmonary capacity during exercise in healthy women. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Educação Física (FEF) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Educação Física | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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