| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Scherer, Magda Duarte dos Anjos | - |
| dc.contributor.author | Alves, Liziane Pereira De Melo | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-18T23:59:45Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-18T23:59:45Z | - |
| dc.date.issued | 2026-01-18 | - |
| dc.date.submitted | 2023-01-27 | - |
| dc.identifier.citation | ALVES, Liziane Pereira De Melo. Absenteísmo decorrente da Covid-19 nos hospitais universitários federais no início da pandemia no Brasil. 2025. 80 f., il. Dissertação (Mestrado em Medicina Tropical) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54932 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | O Absenteísmo é determinado como o não comparecimento ao trabalho por diversos motivos, dentre eles o afastamento por doença é um dos mais recorrentes e que impacta diretamente na gestão de recursos humanos e desempenho da organização. No contexto hospitalar, a ausência de um trabalhador pode resultar em perda da qualidade da assistência prestada e aumentar o custo operacional para o hospital. No contexto do trabalhador, a ausência pode gerar uma autoinsegurança ou até mesmo mais estressores decorrente de um problema de saúde. A gestão de recursos humanos contribui como mais um recurso de análise e possibilidade de solução para o desempenho da organização, sendo importante no conhecimento dos fatores que indicam maior propensão ao afastamento, possibilitando que a instituição atue na promoção e prevenção. Diante disso, objetivou-se analisar o absenteísmo relacionado à COVID-19 de profissionais de saúde que atuam na Rede hospitalar da EmpresaBrasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) no período de 26 de fevereiro de 2020 a 31 de julho de 2020. Trata-se de um estudo descritivo, transversal, com abordagem quantitativa, através da análise dos dados secundários disponibilizados no sistema de registro da medicina do trabalho da rede EBSERH. Para definição da população estudada foi estipulado os afastamentos a partir do primeiro caso de COVID-19 no Brasil, 26 de fevereiro de 2020 e para uniformidade da análise dos dados foi definido apenas os trabalhadores que atuam como profissionais de saúde segundo resolução do Conselho Nacional de Saúde com vínculo empregatício com a EBSERH que registraram afastamentos no período determinado por motivos relacionados à COVID 19, totalizando 19.224 registros de afastamentos decorrente de COVID-19. Foi realizada descrição dos registros de afastamentos por doença por meio das análises do índice de frequência calculado de acordo com a Comissão Internacional de Saúde Ocupacional. Primeiramente foi realizado um panorama geral de afastamentos nas regiões do Brasil com a descrição dos afastamentos decorrente da COVID-19 e outros afastamentos. Em seguida, foi realizado a frequência de afastamento de acordo com as características pessoais e condições do contrato de trabalho, tempo de afastamento do trabalho por lotação de trabalho e por profissão de saúde. Do total de afastamentos por COVID-19, observou-se que os hospitais da região Nordeste concentraram o maior percentual de absenteísmo (65%), assim como o maior índice de frequência (0,90) em relação a outras regiões. A média de dias de afastamento desses trabalhadores foi de 5,9 ± 5,7, havendo um predomínio de afastamento em mulheres em três regiões do país, Nordeste, Norte e Sudeste e predomínio masculino nas regiões Centro-Oeste e Sul, a idade de 40 a 49 anos esteve entre a primeira ou a segunda mais frequente no afastamento por COVID-19 enquanto que para o tempo de serviço observou-se que o maior índice de afastamento por COVID-19 ocorreu entre os trabalhadores que estão na empresa de um a três anos de contratação em três regiões do país (Centro-oeste, Nordeste e Norte) e nos trabalhadores com contrato há mais de cinco anos nas regiões Sudeste e Sul. No tocante a lotação de trabalho, foi observado que os trabalhadores de assistência direta ao paciente apresentaram mais que o dobro de afastamento em todas as regiões do país. Já soba ótica do tempo de afastamento, as licenças mais curtas de 1-5 dias prevaleceram em quase todas as regiões do país. Ao analisarmos o índice de frequência de afastamento por COVID-19 nas profissões de saúde, este não foi homogêneo, estando entre as profissões que mais tiveram impacto de afastamento as profissões de Fonoaudiólogo, Médico, Terapeuta Ocupacional e Cirurgião Dentista. Os resultados contribuem para a compreensão dos afastamentos de trabalhadores expostos e quais ocupações foram mais impactadas, trazendo subsídios para a gestão do trabalho nos hospitais da Rede EBSERH. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Absenteísmo decorrente da Covid-19 nos hospitais universitários federais no início da pandemia no Brasil | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Absenteísmo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Covid-19 | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Hospitais universitários | pt_BR |
| dc.contributor.advisorco | Cantalino, Juliana Leal Ribeiro | - |
| dc.description.abstract1 | Absenteeism is determined as non-attendance to work for distinct reasons, among them sick leave is one of the most recurrent that directly impacts the management of human resources and the organization's performance. In the hospital context, the absence of a worker can result in loss of quality of care provided and increase operating costs for the Hospital. In the context of the worker, absence can generate insecurity or even more stressors due to a health problem. Human resources management contributes as one more factor of analysis and solution for the performance of the organization, being important in the knowledge of the factors that indicate a greater propensity to leave, allowing the institution to act in the promotion and prevention of leaves. In view of this, the objective of this study was to analyze the absenteeism related to COVID-19 of health professionals who work in the EBSERH hospital network from February 26, 2020 to July 31, 2020. data from the FORCE II survey that analyzes the direct and indirect impact of COVID-19 on the health workforce of hospitals in the EBSERH. In this one, we work in a descriptive, transversal way with a quantitative approach, through the analysis of secondary data available from the occupational medicine registration system of the EBSERH network. In order to define the studied population, leaves were defined as of the first case of COVID in Brazil, February 26, 2020, and for uniformity of data analysis, only workers who act as health professionals were defined, according to the resolution of the National Health Council with employment relationship with EBSERH who registered leaves in the determined period for reasons related to COVID-19, totaling 19,224 records of leaves. A description of sick leaves was carried out through analysis of the frequency index calculated according to the International Occupational Health Commission. First, an overview of leaves in the regions of Brazil was carried out with a description of leaves resulting from COVID-19 and other leaves. The region that had the highest percentage of sick leave due to COVID-19 in the country was the Northeast (65%), even in the face of the larger population of EBSERH workers, the frequency rate (0.90) in the region is about twice that of other regions. The frequency of leave was performed according to personal characteristics and conditions of the employment contract, time of leave from work by workload and by health career. Of the total number of sick leave due to COVID-19, it was observed that the average number of days off work for these workers was 5.9 + - 5.7, with a predominance of leave for women in three regions of the country, Northeast, North and Southeast and male predominance in the Midwest and South regions, the age of 40 to 49 years was among the first or second most frequent in terms of leave due to COVID-19, while for length of service it was observed that the highest rate of leave by COVID-19 occurred among workers who have been with the company for one to three years in three regions of the country (Midwest, Northeast and North) and among workers with a contract for more than five years in the Southeast and South regions. About workload, it was observed that direct patient care workers had more than twice the number of leaves in all regions of the country. From the perspective of length of leave, shorter leaves of 1-5 days prevailed in almost all regions of the country. When analyzing the frequency index of leave due to COVID 19 in the health professions, it was not homogeneous, with the careers of Speech Therapist, Physician, Occupational Therapist and Dental Surgeon being among the professions that had the most impact on leave. The results contribute to the understanding of the absences of exposed workers and which occupations were most impacted, providing subsidies for the management of work in the hospitals of the EBSERH. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Medicina (FM) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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