| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Câmara, Paulo Eduardo Aguiar Saraiva | pt_BR |
| dc.contributor.author | Paez, Ananda Matsumoto | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-03-12T20:48:00Z | - |
| dc.date.available | 2026-03-12T20:48:00Z | - |
| dc.date.issued | 2026-03-12 | - |
| dc.date.submitted | 2025-10-21 | - |
| dc.identifier.citation | PAEZ, Ananda Matsumoto. Briosfera artica: acessando biodiversidade escondida em tapetes de musgo com DNA metabarcoding. 2025. 167 f., il. Dissertação (Mestrado em Botânica) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54254 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica, Programa de Pós-Graduação em Botânica, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Com o aquecimento acelerado e o rápido avanço antrópico no Ártico, o ecossistema da região tem passado por mudanças drásticas, que podem ter consequências não apenas em escala local, mas também em escala global. A briosfera, composta por tecido vivo e morto dos musgos, bem como os organismos vivendo no tapete de musgo, é um ecossistema complexo, muitas vezes ignorado. Assim, neste trabalho foi investigada a composição da comunidade da briosfera em dois pontos com diferentes intensidades de fluxo humano em Svalbard. Longyearbyen, o primeiro ponto de coleta, é uma cidade com grande quantidade de fluxo turístico, enquanto o segundo ponto, Diabasodden, é isolado e apenas pode ser acessado por transporte aquático. Foram coletadas amostras de Sanionia uncinata, que foram processadas utilizando a técnica de DNA Metabarcoding para a extração de DNA ambiental. Cinco reinos foram analisados: Chromista, Fungi, Metazoa, Protista e Viridiplantae. Foram encontradas 1023 ASVs (amplicon sequence variants), das quais apenas 148 ocorreram em ambos os pontos. Em Diabasodden, Viridiplantae foi o reino mais abundante, enquanto Fungi foi o reino mais rico. Em Longyearbyen Fungi também foi o reino mais rico, enquanto Metazoa foi o mais abundante. No reino Chromista, foram encontradas 107 ASVs distribuídas em 5 filos, sendo Ochrophyta e Ciliophora os filos mais ricos, com 33 ASVs cada, e Ochrophyta o mais abundante. No reino Fungi, com 313 ASVs, o filo mais rico foi Ascomycota e o mais abundante foi Basidiomycota. Em Metazoa foram encontradas 135 ASVs, com Arthropoda sendo o filo mais rico e mais abundante. No reino Protista foram encontradas apenas 10 ASVs, a maioria pertencendo ao filo Amoebozoa. Por fim, no reino Viridiplantae, foram encontradas 73 ASVs, com Chlorophyta sendo o filo mais rico e Bryophyta o mais abundante. Foram encontradas 36 espécies exóticas em Diabasodden e 46 em Longyearbyen, oriundas de todas as regiões biogeográficas. Além disso, 384 ASVs não puderam ser identificadas a nível de reino, sendo classificadas como desconhecidas. A diferença entre as comunidades e a maior ocorrência de espécies exóticas em Longyearbyen indicam maior impacto na briosfera próxima à cidade, sendo provável que o impacto seja de origem antrópica. Por fim, o alto número de ASVs desconhecidas é alarmante, levantando a necessidade de futuras investigações sobre os organismos da região em ordem de evitar possíveis patógenos e proteger a segurança alimentar e de saúde da população. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e PROANTAR. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Arctic bryosphere : accessing hidden moss carpet biodiversity via DNA Metabarcoding | pt_BR |
| dc.title.alternative | Briosfera artica : acessando biodiversidade escondida em tapetes de musgo com DNA metabarcoding | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Biosfera | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Ártico | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Mudanças climáticas | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Antropização | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | The accelerated warming and fast anthropic advance in the Arctic, the region's ecosystem is
going through major changes, which can present consequences not only at a local, but also on
a global scale. The bryosphere, composed of living and dead moss tissue, as well as all
organisms living inside the moss carpet, is a complex ecosystem which is often ignored.
Therefore, the aim of this work is to investigate the bryosphere community in two different
sites in Svalbard. The first site was Longyearbyen, a city with high touristic flux, while the
second site was Diabasodden, an isolated spot only accessed by aquatic transportation.
Samples of Sanionia uncinata moss carpets were collected and processed with the DNA
Metabarcoding method for ambiental DNA. We targeted five kingdoms: Chromista, Fungi,
Metazoa, Protista e Viridiplantae. We found a total of 1023 ASVs (amplicon sequence
variants), from which only 148 were present in both sites. In Diabasodden, the most abundant
kingdom was Viridiplantae and the richest was Fungi. Fungi was also the richest kingdom in
Longyearbyen, while the most abundant kingdom was Metazoa. In the Chromista Kingdom
there were 107 ASVs, with Ochrophyta and Ciliophora being the most abundant phylums, and
Ochrophyta the richest. In Fungi there were 313 ASVs, Ascomycota being the richest and
Basidiomycota the most abundant phylums. In the Kingdom Metazoa, there were 135 ASVs,
and Arthropoda was both the most abundant and richest phylum. In the Protista kingdom,
there were only 10 ASVs, most of it belonging to the phylum Amoebozoa. At least, in the
Viridiplantae kingdom, there were 73 ASVs, Chlorophyta being the richest and Bryophyta the
most abundant phylum. There were 23 non-native species in Diabasodden and 46 in
Longyearbyen, which originated from all biogeographic regions. Furthermore, there were
384 ASVs that could not be identified at any taxonomic level, classified as unknown. The
dramatic difference between both communities and the greatest number of non-native species
in Longyearbyen indicates greater impact in the bryosphere located near the town, hence
probable anthropic origin. Nevertheless, there were an alarming number of unknown ASVs,
which highlights the urgent need for further investigations on the region's organisms in order
to avoid possible pathogens that could threaten population’s health and food security. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Ciências Biológicas (IB) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Botânica (IB BOT) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Botânica | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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