http://repositorio.unb.br/handle/10482/54071| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| ARTIGO_CompeticaoCooperacaoCena.pdf | 1,75 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Título: | Competição e cooperação na cena urbana : segregação racial na região metropolitana de São Paulo |
| Autor(es): | Koseoglu, Burkay |
| ORCID: | https://orcid.org/0009-0007-3215-0985 |
| Afiliação do autor: | Universidade de Brasília, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo |
| Assunto: | Competição social Cooperação social Identidade social Segregação socioespacial São Paulo (SP) |
| Data de publicação: | 31-dez-2024 |
| Referência: | KOSEOGLU, Burkay. Competição e cooperação na cena urbana: segregação racial na região metropolitana de São Paulo. Revista Desenvolvimento Social, [S. l.], v. 30, n. 2, p. 123–154, 2024. DOI: 10.46551/issn2179-6807v30n2p123-154. Disponível em: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/8698. Acesso em: 19 fev. 2026. |
| Resumo: | O estudo examina a atual segregação socioespacial na região metropolitana de São Paulo. Usando ferramentas quantitativas como Summary Statistics, Location Quotient (LQ), Global Moran's I, Local Indicators of Spatial Association (LISA) e agrupamento K-Means na escala municipal, ele revela como os limites entre grupos raciais são moldados por condições históricas, políticas, sociais, culturais e econômicas. Os resultados indicam padrões espaciais distintos. Enquanto as populações indígenas estão concentradas em áreas rurais e semi-rurais, as populações pretas e pardas apresentam níveis moderados a altos de agrupamento nos municípios vizinhos, relacionados à segregação histórica e à desigualdade sistêmica. Além disso, as populações amarela e especialmente as brancas estão mais integradas em áreas economicamente desenvolvidas. A análise também destaca a inter-relação de fatores socioeconômicos. As descobertas contribuem para a compreensão atual de como a dinâmica social molda o acesso dos grupos raciais a recursos e oportunidades potenciais. |
| Abstract: | The study examines the current sociospatial segregation in Metropolitan São Paulo. Using quantitative tools such as the Summary Statistics, Location Quotient (LQ), Global Moran's I, Local Indicators of Spatial Association (LISA) and K-Means clustering at the municipality scale, it reveals how the boundaries between racial groups are shaped by historical, political, social, cultural and economic conditions. The results indicate distinct spatial patterns. While the indigenous populations are concentrated in rural and semi-rural areas, the black and brown populations show moderate to high levels of clustering in the surrounding municipalities, related to historical segregation and systemic inequality. In addition, the yellow and especially the white populations are more integrated in economically developed areas. The analysis also highlights the interrelationship of socioeconomic factors. The findings contribute to the current understanding of how social dynamics shape racial groups’ access to resources and potential opportunities. |
| Unidade Acadêmica: | Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) |
| Programa de pós-graduação: | Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo |
| Licença: | (CC-BY-NC-ND) Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License. |
| DOI: | https://doi.org/10.46551/issn2179-6807v30n2p123-154 |
| Versão da editora: | https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/8698 |
| Aparece nas coleções: | Artigos publicados em periódicos e afins |
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