http://repositorio.unb.br/handle/10482/54038| Fichero | Tamaño | Formato | |
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| JoseAlvesMaiaTeixeiraNeto_DISSERT.pdf | 5,3 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Título : | A linha perdida : análises e reflexões sobre as aulas de desenho para crianças do terceiro ano da rede pública de ensino do Distrito Federal |
| Autor : | Teixeira Neto, Jose Alves Maia |
| Orientador(es):: | Gatti, Thérèse Hofmann |
| Assunto:: | Desenho infantil Arte e educação Escolas públicas - Distrito Federal (Brasil) Criatividade (Educação) |
| Fecha de publicación : | 11-feb-2026 |
| Data de defesa:: | 25-jul-2025 |
| Citación : | TEIXEIRA NETO, Jose Alves Maia. A linha perdida: análises e reflexões sobre as aulas de desenho para crianças do terceiro ano da rede pública de ensino do Distrito Federal. 2025. 143 f., il. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. |
| Resumen : | A presente dissertação teve sua origem a partir de um questionamento proveniente da minha prática enquanto professor de artes visuais: por que tantos alunos se afastam do desenho e costumam dizer que não gostam de artes por não saberem desenhar? Este é um problema complexo que nos leva a outro questionamento: o que realmente é saber desenhar? Fazendo uso de uma linguagem clara com intuito de alcançar tanto pedagogos quanto as demais pessoas interessadas na prática do desenho infantil, a resposta a essas perguntas gerou esta pesquisa que visa não apenas compreender o porquê de crianças ainda tão novas acreditarem que não são capazes de desenhar — desistindo de uma atividade que, normalmente, as acompanha desde os primeiros anos de vida —, mas, também, desenvolver e implementar algumas práticas em sala de aula que possam minimizar essa questão. Tendo como objeto de estudo os alunos do terceiro ano da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, procuro responder ao seguinte problema: é possível evitar que crianças se distanciem do desenho caso o ensino desta prática seja previamente bem orientado na escola? Para isso, utilizo a metodologia da a/r/tografia, entrelaçando o conhecimento acadêmico do desenho com as minhas experiências pessoais e profissionais na área educacional. Portanto, o trabalho segue uma lógica em que todos os elementos tradicionais de uma pesquisa estão inseridos de uma maneira artística, pessoal e poética, como uma obra de arte deve ser. Assim, inicio falando brevemente sobre o desenho, discorrendo sobre a sua prática de maneira geral, de modo a compreender os motivos pelos quais ele pode ser considerado um fazer inerente ao ser humano. A partir daí, utilizo meu próprio histórico de envolvimento com essa linguagem desde a infância, passando pela escola e universidade, até chegar à minha prática profissional. Em seguida, apresento o recorte da pesquisa, a maneira como o problema proposto — o da perda da vontade de continuar desenhando para além da infância — será trabalhado na dissertação, bem como os autores que utilizo para fundamentar esse estudo. Discorro, então, sobre o desenho na infância e no ambiente escolar, além de apresentá-lo na pesquisa de campo realizada, buscando, assim, compreender se a resposta das crianças às atividades que não se limitam ao tradicional lápis e papel, algo a que já estão habituados, os ajuda a compreender melhor o que é desenhar e pode os aproximar dessa prática. Por fim, retorno às ideias iniciais, observando se o questionamento que possibilitou o surgimento da pesquisa pode ser respondido e se é possível, a partir da literatura estudada e da proposta de atividade realizada, afirmar que, intervindo com antecedência, ou seja, fazendo os alunos entenderem que existem outras maneiras de desenhar antes de criarem a falsa ideia de que não sabem fazê-lo, é possível evitar que esse exercício se perca ao longo do tempo. Após o texto, segue um breve apêndice com algumas sugestões de atividades para que os professores desenvolvam — ou reencontrem — o seu próprio desenho e/ou fazer artístico, pois mesmo a pesquisa sendo sobre o desenho infantil no ambiente escolar, quanto mais o profissional de educação se apropriar dessa prática, mais será capaz de incentivar a prática dos estudantes. |
| Abstract: | The following dissertation has its origin in a question that struck me throughout my practice as an Arts teacher: Why do so many students distance themselves from the practice of drawing and usually state that they do not like the act of drawing? This is a complex issue since, indeed, what does knowing how to draw really means? By using a clear language, in order to reach both educators and people interested in the practice of infant drawing, the answer to this question gave birth to this research which aims at understanding not only why such young children believe they cannot draw — giving up on an activity that normally take place throughout their first years of their lives — but to also develop and implement some practices in the classroom that could minimize such issue. Analyzing third-grade students at Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, I seek to answer the following question: is it possible to prevent children from distancing themselves from drawing if the teaching of this practice is well-guided beforehand at school? To do so I use the A/R/Tography methodology, intertwining drawing academic knowledge to my own personal experiences in the educational field. Therefore, this work follows a logic of embedding traditional elements of a research in an artistic, personal and poetic way, as an art work should be. Thus, I briefly talk about drawing, running through its practice broadly, in order to understand the reasons why it can be considered something inherent to human beings. From this point on, I use my own background involvement with such language since childhood. Going over my schooling years, until reaching my professional practice. Then, I present the research outline, how the suggested problem — the loss of the desire to keep drawing beyond childhood — will be posed, as well as the authors that I use to base this study. Then I will discuss drawing in childhood and at school, as well as present the field research that was conducted. Doing so, I intended to understand if the children’s response to the activities, which were not limited to the traditional paper-pencil, which they are already used to, helped them understand better what drawing is and got them closer to this practice. Finally, I reflect back on the initial ideas, observing if the questioning that allowed the emergence of this research can be answered and, if it is possible, through the studied literature, and the executed activity, state that by intervening earlier, that is, having students understand that there are other ways to draw, before creating the false idea that they do not know how to do it, it is possible to avoid that such exercise be lost over time. After the text, lies an appendix with some suggested activities so that teachers develop — or reencounter — their own drawing and/or artistic doing, since even though the research is about children drawing in the school environment, the more the education professional gets closer to this practice, the more he/she will be capable of encouraging students practice. |
| metadata.dc.description.unidade: | Instituto de Artes (IdA) Departamento de Artes Visuais (IdA VIS) |
| Descripción : | Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Departamento de Artes Visuais, Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, Brasília, 2025. |
| metadata.dc.description.ppg: | Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais |
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| Aparece en las colecciones: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado |
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