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ARTIGO_RaizesResistenciaQuilombo.pdf1,07 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.authorSantos, Carlos Alexandre Barboza Plínio dos-
dc.date.accessioned2026-01-29T15:31:11Z-
dc.date.available2026-01-29T15:31:11Z-
dc.date.issued2025-10-07-
dc.identifier.citationSANTOS, Carlos Alexandre Barboza Plínio dos. Raízes da resistência: quilombos Muratubinha, Mondongo e Igarapé Açú dos Lopes no Baixo Amazonas (PA). Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.18, n.10, p. 01-25, 2025. DOI: https://doi.org/10.55905/revconv.18n.10-042. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs/article/view/21260. Acesso em: 26 jan. 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53808-
dc.description.abstractO estudo investiga a relevância da história e da memória para as comunidades quilombolas do Baixo Amazonas, destacando seu papel como registros do passado e instrumentos de afirmação identitária, resistência e permanência nos territórios ancestrais. A pesquisa parte do reconhecimento de que, nos quilombos Muratubinha, Mondongo e Igarapé Açú dos Lopes, localizados em Óbidos (PA), a preservação da memória coletiva e das narrativas de resistência é central para compreender modos de vida, práticas sociais e estratégias de enfrentamento da população negra desde o período colonial. O objetivo principal consiste em analisar a presença negra no Baixo Amazonas e a construção das comunidades quilombolas a partir da articulação entre oralidade, transmissão de saberes e memória comunitária. Para tanto, adotou-se uma metodologia qualitativa, fundamentada em pesquisa de campo realizada em fevereiro de 2020 e entre março e abril de 2023, com a aplicação de entrevistas e levantamento censitário das comunidades mencionadas. Complementarmente, foi utilizada uma abordagem históricodescritiva e a análise de documentos que permitiram traçar o percurso da ocupação negra na região, desde o período colonial até a atualidade. Os resultados evidenciam que as comunidades quilombolas de Óbidos constituem espaços de resistência e continuidade histórica, nos quais a memória fortalece a identidade coletiva e sustenta as lutas por reconhecimento e manutenção territorial. O estudo demonstra que a história dessas comunidades transcende o registro acadêmico, configurando-se como prática viva de resistência cultural e social.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherContribuciones a las Ciencias Socialespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleRaízes da resistência : quilombos Muratubinha, Mondongo e Igarapé Açú dos Lopes no Baixo Amazonas (PA)pt_BR
dc.title.alternativeRoots of resistance : the quilombos of Muratubinha, Mondongo and Igarapé Açú dos Lopes in the Lower Amazon (PA)pt_BR
dc.title.alternativeRaíces de la resistência : los quilombos de Muratubinha, Mondongo e Igarapé Açú dos Lopes en el Bajo Amazonas (PA)pt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.keywordComunidades quilombolaspt_BR
dc.subject.keywordMemóriapt_BR
dc.subject.keywordIdentidadept_BR
dc.subject.keywordResistênciapt_BR
dc.rights.license(CC BY NC) Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.55905/revconv.18n.10-042pt_BR
dc.description.abstract1This study investigates the relevance of history and memory for the quilombola communities of the Lower Amazon, highlighting their role as records of the past and as instruments of identity affirmation, resistance, and permanence in ancestral territories. The research recognizes that, in the quilombos of Muratubinha, Mondongo, and Igarapé Açú dos Lopes, located in Óbidos (PA), the preservation of collective memory and narratives of resistance is central to understanding the ways of life, social practices, and strategies of resilience of Black populations since the colonial period. The main objective is to analyze the Black presence in the Lower Amazon and the formation of quilombola communities through the articulation of orality, knowledge transmission, and community memory. To this end, a qualitative methodology was employed, based on field research conducted in February 2020 and between March and April 2023, which included interviews and a population census of the mentioned communities. Additionally, a historical-descriptive approach and document analysis were used to trace the trajectory of Black occupation in the region, from the colonial era to the present. The results show that the quilombola communities of Óbidos represent spaces of resistance and historical continuity, where memory strengthens collective identity and supports struggles for recognition and territorial rights. The study demonstrates that the history of these communities goes beyond academic record, constituting a living practice of cultural and social resistance.pt_BR
dc.description.abstract2El estudio investiga la relevancia de la historia y la memoria para las comunidades quilombolas del Bajo Amazonas, destacando su papel como registros del pasado y como instrumentos de afirmación identitaria, resistencia y permanencia en los territorios ancestrales. La investigación parte del reconocimiento de que, en los quilombos Muratubinha, Mondongo e Igarapé Açú dos Lopes, ubicados en Óbidos (PA), la preservación de la memoria colectiva y de las narrativas de resistencia es central para comprender los modos de vida, las prácticas sociales y las estrategias de afrontamiento de la población negra desde el período colonial. El objetivo principal consiste en analizar la presencia negra en el Bajo Amazonas y la conformación de las comunidades quilombolas a partir de la articulación entre oralidad, transmisión de saberes y memoria comunitaria. Para ello, se adoptó una metodología cualitativa, fundamentada en trabajo de campo realizado en febrero de 2020 y entre marzo y abril de 2023, con la aplicación de entrevistas y un censo poblacional de las comunidades mencionadas. Complementariamente, se utilizó un enfoque histórico-descriptivo y el análisis de documentos que permitieron trazar el recorrido de la ocupación negra en la región, desde la época colonial hasta la actualidad. Los resultados evidencian que las comunidades quilombolas de Óbidos constituyen espacios de resistencia y continuidad histórica, en los cuales la memoria fortalece la identidad colectiva y sostiene las luchas por reconocimiento y mantenimiento territorial. El estudio demuestra que la historia de estas comunidades trasciende el registro académico, configurándose como práctica viva de resistencia cultural y social.pt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0606-4342pt_BR
dc.contributor.affiliationUniversidade de Brasíliapt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Sociais (ICS)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Antropologia (ICS DAN)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Antropologia Socialpt_BR
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