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RafaelDeMesquitaOliveiraFerreiraFreitas_TESE.pdf2,25 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorFleischer, Soraya Resendept_BR
dc.contributor.authorFreitas, Rafael de Mesquita Oliveira Ferreirapt_BR
dc.date.accessioned2026-01-26T17:45:07Z-
dc.date.available2026-01-26T17:45:07Z-
dc.date.issued2026-01-26-
dc.date.submitted2025-10-08-
dc.identifier.citationFREITAS, Rafael de Mesquita Oliveira Ferreira. Cuidado, militância e saúde mental : a produção coletiva de dignidade no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). 2025. 212 f. Tese (Doutorado em Antropologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53726-
dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEsta tese investiga as práticas de cuidado coletivo e concepções de saúde mentaldesenvolvidas no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST),analisando-as como elementos fundamentais para a sustentabilidade da luta política esocial. Através de pesquisa realizada entre 2020 e 2024 em diferentes espaços domovimento no Ceará, Distrito Federal e na Rede de Saúde Mental, examino comomilitantes constroem mecanismos de proteção e resistência frente aos desafios damilitância. A pesquisa demonstra que o MST desenvolveu um sistema contínuo decuidado que integra aspectos individuais e coletivos, onde a saúde é compreendidacomo intrinsecamente ligada à capacidade de luta e transformação social. Argumentoque as práticas de cuidado no MST são simultaneamente terapêuticas e políticas,criando um repertório próprio que responde às especificidades da vida militante econstrói o militante como um modo específico de estar no mundo. A militância emergenão apenas como potencial fonte de desgaste laboral e físico, mas como fator deproteção e fortalecimento psicossocial, onde a vulnerabilidade compartilhada torna-sebase para a resistência coletiva. A tese aponta para como o MST implementou uma"militância para dentro", - um cuidado voltado aos próprios integrantes - especialmentevisível na criação da Rede de Saúde Mental. Esta pesquisa contribui para os estudosantropológicos sobre movimentos sociais ao evidenciar como dimensões emocionais eafetivas são centrais para compreender o engajamento político, além de oferecerdiálogos para pensar modelos de atenção à saúde mental fundamentados na inserçãosocial e na transformação coletiva.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleCuidado, militância e saúde mental : a produção coletiva de dignidade no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordCuidadospt_BR
dc.subject.keywordSaúde mentalpt_BR
dc.subject.keywordMovimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)pt_BR
dc.subject.keywordMilitânciapt_BR
dc.subject.keywordMovimentos sociaispt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This thesis investigates the collective care practices and mental health concepts developed in the Landless Workers' Movement (MST), analyzing them as fundamental elements for the sustainability of political and social struggle. Through research conducted between 2020 and 2024 in different areas of the movement in Ceará, the Federal District, and the Mental Health Network, I examine how activists build mechanisms of protection and resistance in the face of the challenges of activism. The research demonstrates that the MST has developed a continuum of care that integrates intersubjective and collective aspects, understanding health as intrinsically linked to the capacity for struggle and social transformation. I argue that care practices in the MST are simultaneously therapeutic and political, creating a unique repertoire that responds to the specificities of activist life and constructs the activist as a specific way of being in the world. Activism emerges not only as a potential source of labor and physical exhaustion, but also as a factor of protection and psychosocial strengthening, where shared vulnerability becomes the basis for collective resistance. The thesis highlights how the MST implemented an "internal activism"—a care focused on its own members—especially evident in the creation of the Mental Health Network. This research contributes to anthropological studies on social movements by highlighting how emotional and affective dimensions are central to understanding political engagement, in addition to offering dialogues for considering mental health care models grounded in social inclusion and collective transformation.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Sociais (ICS)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Antropologia (ICS DAN)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Antropologia Socialpt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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