http://repositorio.unb.br/handle/10482/53723| Arquivo | Tamanho | Formato | |
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| KlaytonMarioOliveiraRamos_DISSERT.pdf | 1,36 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Título: | Por que o Santuário Pajé Santxiê Tapuya não se move? : rotas de fuga : indígenas e candangos no Altiplano de Brasília (1957 - 2024) |
| Autor(es): | Ramos, Klayton Mário Oliveira |
| Orientador(es): | Baines, Stephen Grant |
| Assunto: | Povos indígenas Brasília (DF) - história Santuário dos pajés (DF) Estado e território Terras indígenas |
| Data de publicação: | 26-jan-2026 |
| Data de defesa: | 19-set-2024 |
| Referência: | RAMOS, Klayton Mário Oliveira. Por que o Santuário Pajé Santxiê Tapuya não se move?: rotas de fuga: indígenas e candangos no altiplano de Brasília (1957 - 2024). 2024. 125 f., il. Dissertação (Mestrado em Antropologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024. |
| Resumo: | Com a convocatória nacional feita pelo presidente Juscelino Kubitschek dostrabalhadores do interior do país para a construção da nova capital, Brasília, em 1957, sesomaram também indígenas candangos Tapuya de Pernambuco que passaram a ocupar umaárea de cerrado em parte da antiga Fazenda Bananal para a manifestação de seus cultos, rezas,espiritualidades tradicionais longe da visibilidade dos canteiros de obra - sítio a partir do qualse configurou a comunidade indígena do Santuário dos Pajés, liderada pelo Pajé SantxiêTapuya. Desde esse marco histórico inicial, a comunidade indígena Santuário Pajé Santxiê seestabeleceu no atual território no Setor Noroeste, do Plano Piloto de Brasília, conhecido comoSantuário dos Pajés, desencadeando um processo de territorialização a partir de suas formastradicionais de uso e ocupação ancorados em saberes tradicionais, cosmológicos e espirituais.No início desse século com as pressões e ameaças de retirada da comunidade indígena de seuterritório para implantação do projeto de expansão urbana, Setor Noroeste, a comunidadelançou-se num processo de reivindicação e de luta através do movimento indígena do SantuárioSagrado dos Pajés (O Santuário dos Pajés Não Se Move!). Hoje o território indígena foireconhecido como terra tradicionalmente ocupada conforme o Artigo 231 da ConstituiçãoFederal e encontra-se em fase de demarcação pela Justiça Federal desde o mês de setembro de2019, depois de um largo e dramático processo de judicialização e conflitos interétnicos noâmbito do Estado. |
| Abstract: | With the national call made by President Juscelino Kubitschek for workers from the interior of the country to build the new capital, Brasília, in 1957, Tapuya indigenous Candangos from Pernambuco also joined in and began to occupy a cerrado area in part of the old Bananal Farm to the manifestation of their cults, prayers, traditional spiritualities away from the visibility of construction sites - the site from which the indigenous community of the Santuário dos Pajés was formed, led by the Pajé Santxiê Tapuya. Since this initial historical milestone, the indigenous community Santuário Pajé Santxiê has established itself in the current territory in the Northwest Sector, of the Plano Piloto de Brasília, known as Santuário dos Pajés, triggering a process of territorialization based on its traditional forms of use and occupation anchored in traditional, cosmological and spiritual knowledge. At the beginning of this century, with pressure and threats to remove the indigenous community from its territory to implement the urban expansion project, Setor Noroeste, the community launched a process of demand and struggle through the indigenous movement of the Santuário Sagrado dos Pajés (Santuário Sagrado dos Pajés) (The Shrine of the Shamans Doesn’t Move!). Today, indigenous territory has been recognized as traditionally occupied land in accordance with Article 231 of the Federal Constitution and has been in the demarcation phase by the Federal Court since September 2019, after a long and dramatic process of judicialization and interethnic conflicts within the scope. of State. |
| Unidade Acadêmica: | Instituto de Ciências Sociais (ICS) Departamento de Antropologia (ICS DAN) |
| Informações adicionais: | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, 2024. |
| Programa de pós-graduação: | Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social |
| Licença: | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado |
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