| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
| dc.contributor.advisor | Santos, Carlos Alexandre Barboza Plínio dos | pt_BR |
| dc.contributor.author | Sousa, Estela Aguiar de | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-01-26T17:43:10Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-26T17:43:10Z | - |
| dc.date.issued | 2026-01-26 | - |
| dc.date.submitted | 2025-08-15 | - |
| dc.identifier.citation | SOUSA, Estela Aguiar de. Tecendo o território: caminhos e lutas na construção dos planos locais de gestão territorial e ambiental quilombola de Alcântara - MA - (Decreto 11.786/2023- PNGTAQ). 2025. 166 f., il. Dissertação (Mestrado em Antropologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/53716 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Esta pesquisa teve como objetivo compreender ações do Estado para reparação histórica em
território quilombola, especialmente no Território Étnico Quilombola dos Atingidos pela Base
Espacial, em Alcântara, Maranhão. Diante de meus múltiplos vínculos, isto é, enquanto
quilombola kalunga, pesquisadora e agente do governo federal junto a comunidades
quilombolas, busco analisar o delineamento, implementação e tensionamentos comunitários
da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental Quilombola (PNGTAQ), tida como um
meio institucional para reparação de violações de direitos pelo Estado. Em termos
metodológicos, empreendi uma abordagem qualitativa e participativa, valorizando os saberes
tradicionais e as experiências das comunidades quilombolas. Os encontros foram
fundamentados em práticas colaborativas e interculturais, visando promover o diálogo
horizontal entre mim e os quilombolas de Alcântara. Os dados foram construídos por meio de
observação participante de reuniões e oficinas participativas para elaboração dos Planos de
Gestão Territorial e Ambiental Quilombola (PGTAQs), além de entrevistas semiestruturadas
com lideranças, membros das comunidades, coordenadores da CONAQ e agentes do governo
federal. Os resultados tensionam o planejamento metodológico da construção dos Planos, os
quais, embora construídos coletivamente, carregavam implicitamente uma noção linear e
burocrática do tempo e do ritmo, materializados nas etapas de escuta, devolutiva,
implementação e resultados. Em campo, essas compreensões foram ressignificadas nos
encontros com as comunidades e postas em confluência com as lógicas locais, esculpindo um
planejamento metodológico não linear, mas de começo, meio e começo. Portanto, o diálogo
mediado pela PNGTAQ entre o governo brasileiro e as comunidades quilombolas de
Alcântara, ainda que com muitos desafios, revelou um marco de reparação histórica e
reconhecimento territorial, fundamentado na confluência, ação coletiva e na abertura para
recomeçar. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Tecendo o território : caminhos e lutas na construção dos planos locais de gestão territorial e ambiental quilombola de Alcântara - MA - (Decreto 11.786/2023- PNGTAQ) | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Reparação histórica | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental Quilombola (PNGTAQ) | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Território quilombola | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Planejamento participativo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Interculturalidade | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.contributor.advisorco | Melo, Paula Balduíno de | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This research aimed to understand State actions for historical reparation in quilombola
territories, with a particular focus on the Quilombola Ethnic Territory of those affected by the
Space Base, in Alcântara, Maranhão, Brazil. Given my multiple affiliations as a Kalunga
quilombola, researcher, and federal government agent working with quilombola communities
I seek to analyze the design, implementation, and community tensions surrounding the
National Policy for Quilombola Territorial and Environmental Management (PNGTAQ),
regarded as an institutional mechanism for the reparation of State-led human rights violations.
Methodologically, I adopted a qualitative and participatory approach, valuing traditional
knowledge and the lived experiences of quilombola communities. Fieldwork was grounded in
collaborative and intercultural practices, aiming to foster horizontal dialogue between myself
and the quilombolas of Alcântara. Data were constructed through participant observation of
meetings and participatory workshops for the development of Quilombola Territorial and
Environmental Management Plans (PGTAQs), as well as semi-structured interviews with
community leaders, residents, CONAQ coordinators, and federal government agents.
The findings challenge the methodological planning of the PGTAQ process, which, despite
being built collectively, implicitly carried a linear and bureaucratic understanding of time and
rhythm, reflected in the phases of listening, feedback, implementation, and results. In practice,
these notions were reinterpreted through community engagement and brought into dialogue
with local logics, shaping a non-linear methodological planning process one of beginning,
middle, and beginning again.
Thus, the dialogue mediated by the PNGTAQ between the Brazilian government and the
quilombola communities of Alcântara, despite many challenges, represented a milestone in
historical reparation and territorial recognition, grounded in confluence, collective action, and
openness to new beginnings. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Ciências Sociais (ICS) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Antropologia (ICS DAN) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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