| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Tenenblat, Nitza | pt_BR |
| dc.contributor.author | Bresani, Ada Luana Rodrigues de Almeida | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-01-07T19:21:02Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-07T19:21:02Z | - |
| dc.date.issued | 2026-01-07 | - |
| dc.date.submitted | 2025-04-16 | - |
| dc.identifier.citation | BRESANI, Ada Luana Rodrigues de Almeida. O riso da gaivota. da escritura cênica feminina à feminista no teatro contemporâneo. 2025. 284 f. Tese (Doutorado em Artes Cênicas) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/53638 | - |
| dc.description.abstract | Este trabalho investiga a escritura cênica feminina e feminista no teatro
contemporâneo como lugar de emancipação feminina e de desarmamento de sistemas
de opressão e assimetria de gênero. A primeira parte dividi-se em dois movimentos. O
primeiro, referenciado pelosteóricos(as) como Joseph Danan, Sílvia Fernandes e Bruno
Tackels, consiste em uma análise historiográfica e teórico-conceitual do conceito de
dramaturgia, explorando sua evolução para além da morte do drama (Hans-Thies
Lehmann), constituindo-se como prática de um teatro emancipado da literatura
dramática, chegando a definição do termo, escritura de palco. Em seguida, abordo a
escritura de palco na prática da Companhia Setor de Áreas Isoladas através de uma
análise crítica e reflexiva sobre as produções de sua primeira fase. O segundo
movimento, orientado pela mesma metodologia, trata do conceito de escritura feminina
para defender a ideia de uma tradição de escritura feminina como poética em construção
e lugar de emancipação. Primeiramente, trato da escritura feminina sob uma tradição
de escrita masculina, para em seguida analisar as pistas deixadas por Hélène Cixous e
Virgínia Woolf para a construção de uma tradição feminina que quer impor-se como
escritura da diferença (Derrida). Em seguida analiso a escritura feminina e feminista na
segunda fase da Companhia Setor de Áreas Isoladas. A segunda e terceira partes
referem-se à cartografia dos meus percursos enquanto escritora de palco, atriz e gestora
da companhia, re-escrevendo as obras do dramaturgo russo Anton Tchekhov a partir de
uma leitura de gênero. Em diálogo com as autoras Valeska Zanello, bel hooks e Virginie
Despentes, relato e analiso os processos de criação do coletivo, expondo episódios de
opressão de gênero vividos no e pelo grupo e as crises internas na gestão e manutenção
do mesmo. A segunda parte tem o objetivo de demonstrar como a minha afirmação de
uma voz feminista dentro deste coletivo impactaram-no diretamente. Na terceira parte,
cartografo o processo de criação do espetáculo, Júpiter e a Gaivota. É impossível viver
sem o teatro!, resultado prático desta pesquisa, dividindo-o em dois movimentos. Um
primeiro que demonstra como sistemas de misoginia internalizada e opressão de gênero
operaram e foram desarmados neste processo e um segundo que trata do meu percurso
na criação dramatúrgica como a construção de uma poética que evolui sob o desejo de
escrever para a cena como mulher. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | O riso da gaivota. Da escritura cênica feminina à feminista no teatro contemporâneo | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Escritura cênica | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Feminismo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Emancipação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Processo criativo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Teatro contemporâneo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Teatro de grupo | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This work investigates female and feminist stage writing in contemporary
theater as a place for female emancipation and disarmament of systems of oppression
and gender asymmetry. The first part is divided into two movements. The first, guided
by theorists such as Joseph Danan, Sílvia Fernandes and Bruno Tackels, consists of a
historiographical and theoretical-conceptual analysis of the concept of dramaturgy,
exploring its evolution beyond the death of drama (Hans-Thies Lehmann), constituting
itself as a practice of a theater emancipated from dramatic literature, arriving at the
definition of the term, stage writing. Then, I explore stage writing in the practice of the
Companhia Setor de Áreas Isoladas, making a critical and reflective analysis of the
productions of its first phase. The second movement, guided by the same methodology,
deals with the concept of feminine writing to defend the idea of a tradition of feminine
writing as poetics under construction and a place of emancipation. First, I deal with
feminine writing under a tradition of masculine writing, and then analyse the clues left
by Hélène Cixous and Virginia Woolf for the construction of a feminine tradition that
seeks to impose itself as writing of difference (Derrida). I then analyse the activity of
the Companhia Setor de Áreas Isoladas, during its second phase. The second and third
parts refer to a cartography of my paths as a stage writer, actress and manager of the
company, rewriting the works of the Russian playwright Anton Chekhov from a gender
perspective. In this way, in dialogue with authors Valeska Zanello, bel hooks, Virginie
Despentes, I work by reporting and analyzing the collective’s creative processes,
exposing episodes of gender oppression experienced in and by the group and the
internal crises in its management and maintenance. The second part aims to
demonstrate how my affirmation of a feminist voice within this collective directly
impacted it. In the third part, I map the creative process of the work Jupiter and the
Seagull. It is impossible to live without theater!, the practical result of this research,
dividing it into two movements. The first demonstrates how systems of internalized
misogyny and gender oppression operated and were dismantled in this process, and the
second deals with my journey in dramaturgical creation as the construction of a poetics
that evolves under the desire to write for the stage as a woman. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Artes (IdA) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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