| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
| dc.contributor.advisor | Versuti, Andrea Cristina | - |
| dc.contributor.author | Martins, Kelly Cristina Monteiro | - |
| dc.date.accessioned | 2026-01-06T11:02:09Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-06T11:02:09Z | - |
| dc.date.issued | 2026-01-06 | - |
| dc.date.submitted | 2025-07-03 | - |
| dc.identifier.citation | MARTINS, Kelly Cristina Monteiro. Escrevivências multimodais de mulheridades negras no digital: políticas de afeto, estéticas de (re)existência, poéticas de outras educações. 2025. 147 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/53603 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Esse estudo teve como objetivo mapear, durante os meses de novembro de 2024
a fevereiro de 2025, as práticas culturais-afetivas-ativistas de três
mulheres negras no Instagram em seus diferentes atravessamentos que
permeiam idade, transgeneridade, deficiência e neurodivergência, a fim de
especular sobre as narrativas contadas-postadas e identificar linhas de
fuga imaginativas-educativas de outros mundos e outros Feminismos Negros
possíveis. Refletimos tais práticas enquanto ciberativismos que permeiam o
campo das micropolíticas; esse campo invisível dos desejos, das
sensibilidades e dos afetos que produz modos de subjetividade originais e
singulares (Guatarri; Suely Rolnik, 1996), ao mesmo tempo individuais e
coletivos, para revolucionar em linhas minoritárias, no sentido deleuziano,
o sistema colonial-capitalístico. À luz da Interseccionalidade como
instrumento teórico-metodológico (Akotirene, 2019), dialogamos com um
referencial teórico pautado nos estudos críticos raciais e das tecnologias
sociais, pós-coloniais e dos Feminismos Negros, sobretudo a partir de Lelia
Gonzalez (2020) e bell hooks (2023a), para discutir mulheridades negras
enquanto proposição que caracteriza as diversas concepções do “ser mulher”
(Letícia Nascimento, 2021) e que, no contexto contemporâneo de
indissociação entre Tecnologia, Comunicação e Educação, são experienciadas
em diferentes contextos, no qual está incluso o digital. Tomamos a
Etnocartografia (Bittencourt, 2011) como atitude metodológica que se propõe
a estar aberta aos encontros e seguir os afetos para acompanhar processos
de produção de realidades. Costurando narrativas em contato com os
materiais produzidos e nossos diários de campo, fabulamos zonas de
intensidade que unem Lydia Garcia, mulher negra de 87 anos; Carla Santos,
mulher negra com deficiência e Bárbara Bombom, mulher negra trans, na
produção do que chamamos de escrevivências multimodais, inspiradas em
Conceição Evaristo - narrativas que unem a vivência e a linguagem
multimodal possibilitada pelo Instagram para constituir processos
identitários e subjetivos, individuais e coletivos, e produzir epistemes
plurais sob a ótica da (re)existência para além da resistência. A partir
delas, refletimos processos de autodefinição e autoavaliação (Patricia Hill
Collins, 2019), autodeterminação e autorrecuperação (hooks, 2023b) dessas
mulheridades negras que constroem os Feminismos Negros a partir de caminhos
poéticos, afetivos, artísticos e políticos, constituindo Educações menores
que permeiam os cotidianos, emergem pelas brechas, (re)existem por linhas
de fuga de mulheres negras que não aceitam mais viver como “Outra/o”, mas
como sujeitas inscritas no mundo, autoras de suas próprias realidades,
vivenciando, assim, processos de descolonização (Kilomba, 2021). | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Escrevivências multimodais de mulheridades negras no digital : políticas de afeto, estéticas de (re)existência, poéticas de outras educações | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Ciberativismo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Etnocartografia | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Escrevivência | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Feminismo negro | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This study aimed to map, during the months of November 2024 to February
2025, the cultural-affective-activist practices of three Black women on
Instagram across their different intersections involving age, transgender
identity, disability, and neurodivergence, in order to speculate about the
told-posted narratives and identify imaginative-educational lines of flight
towards other possible worlds and other Black Feminisms. We reflect on
these practices as cyberactivisms that permeate the field of micropolitics;
this invisible field of desires, sensitivities and affects that produces
original and singular modes of subjectivity (Guattari; Suely Rolnik, 1996),
both individual and collective, to revolutionize the colonial-capitalist
system along minoritarian lines, in the Deleuzian sense. In light of
Intersectionality as a theoretical-methodological tool (Akotirene, 2019),
we engage with a theoretical framework based on critical race and social
technology studies, post-colonial studies, and Black Feminisms,
particularly drawing from Lelia Gonzalez (2020) and bell hooks (2023a), to
discuss Black womanhoods as a proposition characterizing the diverse
conceptions of "being a woman" (Letícia Nascimento, 2021) which, in the
contemporary context of the indissociation between Technology,
Communication and Education, are experienced in different contexts,
including the digital sphere. We adopt Ethnocartography (Bittencourt, 2011)
as a methodological attitude that proposes openness to encounters and
following affects to accompany processes of reality production. Weaving
narratives in contact with the produced materials and our field diaries, we
fabulate zones of intensity that unite Lydia Garcia, an 87-year-old Black
woman; Carla Santos, a Black woman with a disability; and Bárbara Bombom, a
Black trans woman, in the production of what we call multimodal
'escrevivências' (life-writings), inspired by Conceição Evaristo -
narratives that combine lived experience and the multimodal language
enabled by Instagram to constitute individual and collective identity and
subjective processes, producing plural epistemes from the perspective of
(re)existence beyond resistance. Based on them, we reflect processes of
self-definition and self-evaluation (Patricia Hill Collins, 2019),
self-determination and self-recovery (hooks, 2023b) of these Black
womanhoods that construct Black Feminisms through poetic, affective,
artistic and political paths, constituting smaller Educations that permeate
daily life, emerge through gaps, and (re)exist through lines of flight of
Black women who no longer accept living as the "Other," but as subjects
inscribed in the world, authors of their own realities, thus experiencing
processes of decolonization (Kilomba, 2021). | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Educação (FE) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Educação | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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