| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
| dc.contributor.advisor | Freitas, Gabriela Pereira de | - |
| dc.contributor.author | Oliveira, Erika Bauer de | - |
| dc.date.accessioned | 2025-12-15T17:16:50Z | - |
| dc.date.available | 2025-12-15T17:16:50Z | - |
| dc.date.issued | 2025-12-15 | - |
| dc.date.submitted | 2025-07-18 | - |
| dc.identifier.citation | OLIVEIRA, Erika Bauer de. Insurgências anacrônicas: o invasor como personagem nos filmes “O medo devora a alma”, de Rainer Werner Fassbinder (1974), “Cade Edson (2019), de Dácia Ibiapina e “Mato seco em chamas” (2020), de Adirley Queirós e Joana Pimenta. 2025. 105 f., il. Tese (Doutorado em Comunicação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/53444 | - |
| dc.description | Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, Programa de Pós-Graduação em Comunicação, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Neste trabalho procuraremos entender como os filmes “O medo devora a alma” (1974), de
Werner Rainer Fassbinder, “Cadê Edson” (2019), de Dácia Ibiapina, e “Mato seco em chamas”
(2020), de Adirley Queirós e Joana Pimenta, utilizam os enfrentamentos reais de uma sociedade
violenta, sexista, racista, para possibilitar novas estéticas no espaço da cidade, misturados a um
envolvimento da equipe de filmagem e atores sociais em contextos diferentes, para demonstrar
o sentimento de medo do estrangeiro e do invasor nas sociedades ocidentais. Para isso utilizarei
uma metodologia que vai mapear processos ligados à memória e atos de insurgência e com
propostas dialógicas. Perceber como micropolíticas que movem o cinema na cidade de Brasília
dialogam com propostas semelhantes no cinema alemão, construídas para romper com o sistema
capitalista neoliberal, da ordem, da manutenção das fronteiras e da organização, exigindo uma
reorganização. Esses três cineastas evidenciam em seus filmes a intolerância étnica, a alienação
política, manipulação midiática, distopias e investigação de experiências individuais e coletivas
vivenciadas em suas diferentes experiências históricas. Nos filmes estudados, os invasores
provocam olhares, rupturas e inquietações pela simples presença nos espaços em que transitam.
O medo nasce desse contato com o outro de classe, como em “O Medo devora a alma”, numa
relação próxima, em que medo e ódio se instauram na convivência, para em seguida se
transformar em utilitarismo. Nos filmes de Dácia Ibiapina e Adirley Queirós, o medo do invasor
está no isolamento, no apartheid social, na força policial misturada a heroísmo para a outra
classe se sentir segura. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Insurgências anacrônicas : o invasor como personagem nos filmes “O medo devora a alma”, de Rainer Werner Fassbinder (1974), “Cade Edson (2019), de Dácia Ibiapina e “Mato seco em chamas” (2020), de Adirley Queirós e Joana Pimenta | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Insurgência | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Cartografia | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Estrangeiros | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Filmes | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições:Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This paper analyzes how the films Ali: Fear Eats the Soul (1974), by Rainer Werner Fassbinder,
Where Is Edson (2019), by Dácia Ibiapina, and Dry Ground Burning (2020), by Adirley Queirós,
portray the real struggles of violent, sexist, and racist societies to construct new urban aesthetics.
These narratives are shaped by the involvement of film crews and social actors within different
contexts, aiming to reflect the fear of the foreigner and the invader in Western societies. The
methodology employed maps processes related to memory and acts of insurgency through
dialogical approaches. The study further investigates how micropolitical dynamics in Brasília’s
cinema dialogue with similar strategies in German cinema, both of which seek to subvert
neoliberal capitalist structures, borders, order, and systemic organization. These three
filmmakers expose ethnic intolerance, political alienation, media manipulation, dystopian
realities, and the investigation of individual and collective experiences shaped by distinct
historical trajectories. In the films analyzed, the figure of the invader disrupts the social order
simply through their presence in contested spaces. Fear emerges from this contact with the
classed “other”—as in Ali: Fear Eats the Soul, where proximity gives rise to fear and hatred,
which later evolve into utilitarian relations. In Ibiapina’s and Queirós’s works, the fear of the
invader is rooted in social isolation, structural apartheid, and a militarized police force framed
as heroic, deployed to maintain the comfort and security of the dominant class. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Comunicação (FAC) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Comunicação | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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