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2025_WellitonCaixetaMaciel_TESE.pdf11 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorCastilho, Ela Wiecko Volkmer de-
dc.contributor.authorMaciel, Welliton Caixeta-
dc.date.accessioned2025-12-15T16:09:12Z-
dc.date.available2025-12-15T16:09:12Z-
dc.date.issued2025-12-15-
dc.date.submitted2025-06-18-
dc.identifier.citationMACIEL, Welliton Caixeta. Corpos (des)governados em tempos e espaços (in)controláveis: percursos etnográficos multissituados em movimento, entre Brasil e França, e representações sociais da monitoração eletrônica. 2025. 210 f., il. Tese (Doutorado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53437-
dc.descriptionTese (doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Programa de Pós-Graduação em Direito, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA Tese enfoca as experiências vividas de pessoas monitoradas com tornozeleiras eletrônicas durante o cumprimento de medidas judiciais, no Brasil e na França, a partir de incursões em trabalho de campo de cunho etnográfico multissituado em movimento nos serviços penitenciários nos dois países. Considerando que o corpo das pessoas monitoradas tem sido o lugar/espaço/tempo da punição e dos controles psico(tecno)políticos, objetivou-se compreender as narrativas desses indivíduos marcados pela monitoração, as interações e tensões no/do corpo monitorado e deste com outros corpos (de agentes estatais, de familiares, de pessoas próximas e outras), em seus aspectos teóricos e práticos, morais e não institucionalizados, pânicos morais a partir deles acionados e representações sociais elaboradas a partir do senso comum sobre e para além desses corpos em seus diferentes marcadores sociais (de gênero, classe, etnia/raça, geográficos, entre outros). Os contextos e as singularidades das experiências das pessoas monitoradas na tentativa de adaptação às demandas dos aparelhos estatais de gestão da monitoração eletrônica, tais como pólos e/ou centrais de monitoração, bem como de serviços de reinserção social, quando existentes (como no caso da probation francesa, com seus protocolos de acolhimento e acompanhamento durante o cumprimento das medidas impostas pela Justiça), evidenciam que, ao contrário dos objetivos oficialmente declarados pelos governos em suas políticas criminais, a monitoração de pessoas com tornozeleiras eletrônicas tem sido um recurso tecnológico de esquadrinhamento e contenção de corpos (des)governados em tempos e espaços (in)controláveis, em ambos os países, diante do “momento punitivo”, sob a égide do “continuum carcerário racializado” instrumentalizado por indústrias da segurança e da punição.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleCorpos (des)governados em tempos e espaços (in)controláveis : percursos etnográficos multissituados em movimento, entre Brasil e França, e representações sociais da monitoração eletrônicapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordRepresentações sociaispt_BR
dc.subject.keywordPânico moralpt_BR
dc.subject.keywordMonitoração eletrônicapt_BR
dc.subject.keywordEtnografiapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1The thesis focuses on the lived experiences of people monitored with electronic anklets during the fulfillment of judicial measures in Brazil and France, based on multi-sited ethnographic fieldwork in movement in the prison services in both countries. Considering that the body of monitored people has been the place/space/time of punishment and psycho(techno)political controls, the aim was to understand the narratives of these individuals marked by monitoring, the interactions and tensions in/of the monitored body and this body with other bodies (of state agents, family members, of people close to them and others), in their theoretical and practical, moral and non-institutionalized aspects, moral panics triggered by them and social representations elaborated from common sense about and beyond these bodies in their different social markers (of gender, class, ethnicity/race, geography, among others). The contexts and singularities of the experiences of people being monitored in an attempt to adapt to the demands of the state apparatus for managing electronic monitoring, such as monitoring centers and/or hubs, as well as social reintegration services, when they exist (as in the case of French probation, with its protocols for reception and monitoring during compliance with the measures imposed by the courts), show that, contrary to the objectives officially declared by the governments in their criminal policies, the monitoring of people with electronic anklets has been a technological resource for scrutinizing and containing (un)governed bodies in (un)controllable times and spaces, in both countries, in the face of the “punitive moment”, under the aegis of the “racialized prison continuum” instrumentalized by the security and punishment industries.pt_BR
dc.description.abstract3La thèse se concentre sur les expériences vécues par les personnes surveillées à l’aide de bracelets électroniques dans le cadre de l’exécution de mesures judiciaires au Brésil et en France, sur la base d’un travail ethnographique multi-sites mené au sein des services pénitentiaires des deux pays. Considérant que le corps des personnes surveillées a été le lieu/l’espace/le temps de la punition et des contrôles psycho(techno)politiques, l’objectif était de comprendre les récits de ces individus marqués par la surveillance, les interactions et les tensions au sein/entre le corps surveillé et ce corps avec d’autres corps (des agents de l’État, des membres de la famille, des personnes proches et autres), dans leurs aspects théoriques et pratiques, moraux et non institutionnalisés, les paniques morales qu’ils déclenchent et les représentations sociales élaborées à partir du sens commun à propos et au-delà de ces corps dans leurs différents marqueurs sociaux (de genre, de classe, d’ethnicité/race, de géographie, entre autres). Les contextes et les singularités des expériences des personnes surveillées dans le cadre d’une tentative d’adaptation aux exigences de l’appareil étatique en matière de gestion de la surveillance électronique, telles que les centres et/ou les hubs de surveillance, ainsi que les services de réinsertion sociale, lorsqu’ils existent (comme dans le cas de la probation française, avec ses protocoles d’accueil et de suivi pendant le respect des mesures imposées par les tribunaux), montrent que, contrairement aux objectifs officiellement déclarés par les gouvernements dans leurs politiques pénales, la surveillance des personnes portant des bracelets électroniques a été une ressource technologique permettant de contrôler et de contenir les corps (non) gouvernés dans des temps et des espaces (non) contrôlables, dans les deux pays, face au “moment punitif”, sous l’égide du “continuum carcéral racialisé” instrumentalisé par les industries de la sécurité et de la punition.pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Direito (FD)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Direitopt_BR
Aparece en las colecciones: Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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