| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Garcia, André Luis Muniz | - |
| dc.contributor.author | Pereira, Rafael Eugênio | - |
| dc.date.accessioned | 2025-12-04T12:04:29Z | - |
| dc.date.available | 2025-12-04T12:04:29Z | - |
| dc.date.issued | 2025-12-04 | - |
| dc.date.submitted | 2025-06-04 | - |
| dc.identifier.citation | PEREIRA, Rafael Eugênio. Antropofagia como metáfora: a moderna escrita de Oswald de Andrade. 2025. 136 f., il. Dissertação (Mestrado em Filosofia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/53332 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Esta dissertação tem como objetivo central promover um diálogo com a tradição de
pesquisa em Oswald de Andrade, em especial, no que tange à seguinte pergunta: “é a
antropofagia uma metáfora?” Tomando essa analogia entre antropofagia e metáfora
como fio condutor, procuramos, no primeiro capítulo, revisitar relevantes estudos sobre
o tema, a fim de situar o ponto de partida de nossa problematização. Discutimos neste
capítulo como, a partir de uma leitura geral, a crítica especializada em Oswald de
Andrade frequentemente fundamenta sua interpretação da antropofagia com base em um
quadro poético-teórico clássico, no qual a metáfora é reduzida à mera função
representativa ou simbólica da linguagem. Segundo essa perspectiva, a metáfora seria
compreendida como uma mera transposição, utilizada por Oswald de Andrade para
significar algo outro do que é dito. No entanto, considerando que a arte moderna e de
vanguarda trata como obsoleta a concepção de metáfora como naturalização da
linguagem de representação ou simbólica, esta dissertação apresenta aqui uma
desconfiança metodológica. Seria coerente que Oswald de Andrade, figura central do
modernismo brasileiro, fizesse uso da metáfora a partir de um pressuposto teórico
clássico? Seria possível sustentar que seu projeto estético dos anos 1920, marcado pela
ruptura e experimentação, se valha de uma concepção tradicional de metáfora? A partir
dessas questões, no segundo capítulo, propõe-se uma abordagem moderna para se
analisar o procedimento metafórico em Oswald de Andrade. Guiados por um insight de
Theodor Adorno, para quem a arte moderna e de vanguarda resiste a produzir
significação de modo simbólico, buscaremos inicialmente consolidar a problematização
desenvolvida no primeiro capítulo por meio da leitura da metáfora em chave moderna
realizada por Claus Zittel. Em seguida, analisaremos referências explícitas de Oswald à
metáfora durante seus trabalhos da década de 1920, cotejando-as com textos teóricos da
poética modernista, em especial os de Mário de Andrade, com vistas a oferecer uma
leitura da metáfora em Oswald de Andrade alinhada às inovações estéticas da arte
moderna. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Antropofagia como metáfora : a moderna escrita de Oswald de Andrade | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Andrade, Oswald de, 1890-1954 | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Antropofagia | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Metáfora | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Modernismo (Literatura) | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This dissertation aims to engage with the research tradition on Oswald de Andrade,
focusing especially on the question: "Is anthropophagy a metaphor?" Using the analogy
between anthropophagy and metaphor as a guiding thread, the first chapter revisits key
studies on the subject. It shows how most interpretations of Oswald’s anthropophagy
rely on a classical poetic-theoretical framework, in which metaphor is reduced to a
merely representative or symbolic function of language. From this perspective,
metaphor is seen as a simple transposition, used by Oswald to signify something other
than what is directly stated. However, modern and avant-garde art reject this classical
idea of metaphor as a tool for naturalizing representative or symbolic language. Based
on this, the dissertation raises a methodological concern: Would it be coherent for
Oswald de Andrade, a central figure of Brazilian modernism, to employ metaphor based
on a classical theoretical model? Would it make sense to argue that his radical and
experimental aesthetic project of the 1920s relies on a traditional concept of metaphor?
These questions guide the second chapter, which proposes a modern reading of
metaphor in Oswald’s work. Following an insight by Theodor Adorno — who argues
that modern art resists symbolic modes of meaning — we first consolidate the critique
outlined in the first chapter using Claus Zittel’s modern theory of metaphor. Then, we
examine Oswald’s explicit references to metaphor in his 1920s writings, comparing
them with theoretical texts of modernist poetics, particularly those by Mário de
Andrade. The goal is to offer a reading of Oswald's metaphor that is aligned with the
aesthetic innovations of modern art. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Ciências Humanas (ICH) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Filosofia (ICH FIL) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Filosofia | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
|