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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorChaves Júnior, José Inaldopt_BR
dc.contributor.authorSantos, Alexandre Bruno Barzanipt_BR
dc.date.accessioned2025-11-18T20:18:39Z-
dc.date.available2025-11-18T20:18:39Z-
dc.date.issued2025-11-18-
dc.date.submitted2025-03-28-
dc.identifier.citationSANTOS, Alexandre Bruno Barzani. O trabalho indígena colonial do Vale Amazônico Pombalino: análise dos requerimentos ameríndios de liberdade das Capitanias do Pará e Maranhão (1757-1798). 2025. 154 f. Dissertação (Mestrado em História) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53155-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, Programa de Pós-Graduação em História, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA presente dissertação tem como objetivo investigar as vivências laborais dos indígenas coloniais moradores das vilas e lugares das Capitanias do Pará e Maranhão, durante a vigência do Diretório Pombalino. Para tanto, investigou-se as normativas que regulavam os regimes de trabalho do Estado do Grão-Pará e Maranhão Setecentista: a Provisão Régia de 02 de setembro (1684-1755), que regulou as administrações particulares; o Regimento das Missões (1686-1755), que norteou os aldeamentos missionários; e o Diretório dos Índios (1755-1798), o qual estabeleceu as diretrizes do labor ameríndio nas povoações pombalinas. Assim como analisou-se os mapas de população remetidos pelos governadores das Capitanias para a Coroa Lusitana, na segunda metade do século XVIII, com o intuito de aferir a quantidade de trabalhadores indígenas inseridos nas lides coloniais do Vale Amazônico. Por fim, examinou-se treze requerimentos originários de concessão de liberdade (sete do Pará e seis do Maranhão), disponíveis em sua íntegra pelo domínio do Projeto Resgate, da Biblioteca Nacional. Em cada uma dessas solicitações, os indígenas requerentes utilizaram-se de legislações e instrumentos metropolitanos para aferir maiores liberdades de trabalho, de moradia e de trânsito. Bem como demonstrou-se, por essas fontes, o manuseio da própria experiência histórica do solicitante ameríndio - enquanto católico recém-convertido, agente econômico do Estado e demarcador de fronteiras - para a defesa de suas reivindicações no pacto de lealdade estabelecido com Lisboa, em uma clara evidência de resistência adaptativa. Concluiu-se que a normativa mais agenciada pelos ameríndios em seus requerimentos foi a Lei de 06 de junho de 1755, e que a decisão final do Conselho Ultramarino a essas solicitações esteve intrinsecamente conectadas às reformas pombalinas de secularização e centralização da mão de obra indígena nas vilas e lugares do Vale Amazônico Pombalino.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleO trabalho indígena colonial do Vale Amazônico Pombalino : análise dos requerimentos ameríndios de liberdade das Capitanias do Pará e Maranhão (1757-1798)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordTrabalho indígenapt_BR
dc.subject.keywordLiberdade origináriapt_BR
dc.subject.keywordVale Amazônicopt_BR
dc.subject.keywordBrasil - história - período colonial, 1500-1822pt_BR
dc.subject.keywordDiretório dos índios (Pombalino)pt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This current dissertation aims to investigate the labor experiences of indigenous colonial residents of the towns and villages of the Captaincies of Pará and Maranhão, during the Pombaline Directory. For this purpose, the regulations that regulated the labor regimes of the State of Grão-Pará and Maranhão in the eighteenth century were investigated: the Royal Provision of September 02 (1684-1755), which regulated private administrations; the Regimento das Missões (1686-1755), which guided the missionary villages; and the Diretório dos Índios (1755-1798), which established the guidelines for Amerindian labor in the Pombaline settlements. The population maps sent by the governors of the Captaincies to the Portuguese Crown in the second half of the 18th century were analyzed in order to determine the number of indigenous workers involved in the colonial work of the Amazon Valley. Finally, thirteen original requests for freedom were examined (seven from Pará and six from Maranhão), which are available in full through the Projeto Resgate domain of the National Library. In each of these requests, the indigenous applicants used metropolitan legislation and instruments to obtain greater freedom of work, housing and movement. These sources also demonstrated the use of the Amerindian applicant's own historical experience - as a recently converted Catholic, economic agent of the State and border demarcator - to defend his claims in the pact of loyalty established with Lisbon, in clear evidence of adaptive resistance. It was concluded that the regulation most used by the Amerindians in their requests was the Law of June 6, 1755, and that the final decision of the Overseas Council on these requests was intrinsically connected to the Pombaline reforms of secularization and centralization of indigenous labor in the towns and places of the Pombaline Amazon Valley.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Humanas (ICH)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de História (ICH HIS)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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