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DeboraKarolayneDeOliveiraRolim_DISSERT.pdf3,38 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorBahmad Júnior, Fayezpt_BR
dc.contributor.authorRolim, Debora Karolayne de Oliveirapt_BR
dc.date.accessioned2025-11-18T18:30:19Z-
dc.date.available2025-11-18T18:30:19Z-
dc.date.issued2025-11-18-
dc.date.submitted2025-02-26-
dc.identifier.citationROLIM, Debora Karolayne de Oliveira. Aspectos facilitadores e dificultadores da avaliação audiológica infantil no Transtorno do Espectro Autista. 2025. 53 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53144-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2025.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: Manifestações auditivas, como a diminuição ou aumento de sensibilidade auditiva para os estímulos sonoros podem ser observados em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), portanto a avaliação audiológica é indispensável nesta população. Objetivo: Caracterizar a execução da avaliação audiológica em crianças com suspeita ou diagnóstico de TEA. Métodos: Trata-se de um estudo transversal com 100 indivíduos com idades entre 1 e 5 anos. As crianças foram divididas em dois grupos, sendo: 50 crianças com suspeita ou diagnóstico de TEA - Grupo TEA (GT) e 50 crianças com desenvolvimento típico - Grupo Controle (GC). Através de um formulário desenvolvido pelos autores deste estudo, foram analisados os aspectos facilitadores e dificultadores observados durante a avaliação audiológica infantil em crianças com suspeita e/ou diagnóstico de TEA. Resultados: Desafios como não aceitação de fone, não condicionamento motor, choro, irritabilidade e dificuldade para dormir ou manter o sono durante realização do PEATEclique, foram os aspectos dificultadores mais frequentes no GT. Houve sucesso na obtenção de limiares auditivos por meio da audiometria com reforço visual, mesmo para crianças acima de 2 anos de idade no GT. Conclusão: A execução da avaliação audiológica pode ser ainda mais desafiadora para crianças com suspeita ou diagnóstico de TEA, uma vez que aspectos relacionados à criança como não condicionou para audiometria, não aceitou fone, não interagiu com o examinador, distraiu-se com objetos da sala, chorou durante avaliação, dificuldade em manter contato visual com avaliador e sinais de irritabilidade foram mais frequentes neste público. Apesar dos desafios, foi possível realizar a avaliação audiológicas na maioria das crianças.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleAspectos facilitadores e dificultadores da avaliação audiológica infantil no Transtorno do Espectro Autistapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordTranstorno do Espectro Autistapt_BR
dc.subject.keywordComportamentopt_BR
dc.subject.keywordCriançaspt_BR
dc.subject.keywordAudiçãopt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.contributor.advisorcoVicente, Letícia Cristinapt_BR
dc.description.abstract1Introduction: Auditory symptoms such as reduced or increased auditory sensitivity to sound stimuli can be observed in children with Autism Spectrum Disorder (ASD), so audiological assessment is essential in this population. Purpose: Characterize the performance of audiological assessment in children with suspected or diagnosed ASD. Methods: This is a cross-sectional study with 100 individuals aged between 1 and 5 years. The children were separated in two groups: 50 children with suspected or diagnosed ASD - the ASD Group (ASD) and 50 children with typical development - the Control Group (CG). Using a form developed by the authors of this study, the strategies and Interference aspects of the audiological assessment of children with suspected and/or diagnosed ASD were analyzed. Results: Difficulties such as non-acceptance of the earphone, non-motor conditioning, crying, irritability and difficulty sleeping or staying sleeping during click ABR were more frequent in the ASD group. Compared to the ASD group, the CG children progressed earlier to audiometry techniques considered more complex (play audiometry and pure tone audiometry). In the ASD group, there was success in obtaining hearing thresholds using visual reinforcement audiometry, even for children above 2 years old. Conclusion: Audiological assessment can be even more challenging for children with suspected or diagnosed ASD, since aspects related to the child such as not conditioning for audiometry, not accepting a headset, not interacting with the examiner, being distracted by objects in the room, crying during assessment, lack of eye contact with the examiner and signs of irritability were more frequently found in this group. Although, it was possible to carry out audiological assessments on most of the children.en
dc.description.unidadeFaculdade de Ciências da Saúde (FS)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúdept_BR
Aparece en las colecciones: Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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