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1978_ValterSteilenMata.pdf
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dc.contributor.advisorGuimarães, Lytton Leite-
dc.contributor.authorMata, Valter Steilen-
dc.date.accessioned2020-05-08T16:16:33Z-
dc.date.available2020-05-08T16:16:33Z-
dc.date.submitted1978-07-
dc.identifier.citationMATA, Valter Steilen. Um estudo sobre as atitudes do extensionista rural frente ao comportamento do agricultor. 1978. 113 f., il. Dissertação (Mestrado em Comunicação)-Universidade de Brasília, Brasília, 1978.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unb.br/handle/10482/37655-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, 1978.pt_BR
dc.description.abstractO presente estudo teve os seguintes objetivos: a) objetivo geral - identificar as atitudes de um grupo de extensionistas rurais frente a um objeto específico, qual seja, o comportamento do agricultor em relação a inovação tecnológica. b) objetivos específicos - verificar se as atitudes assumidas pelo extensionista frente ao objeto específico se relacionam com algumas características individuais do extensionista; - verificar se as atitudes assumidas pelo extensionista frente ao objeto específico se relacionam com o tipo de público com o qual atua o extensionista. Para as finalidades deste estudo atitude se refere ã disposição de um indivíduo para reagir em uma determinada direção, favorável ou desfavoravelmente, frente a um objeto, ideia, conceito ou abstração, de acordo com suas crenças, normas, valores e conhecimentos. As variáveis utilizadas foram: a) variáveis independentes - idade, experiência, educação formal, aspiração profissional , origem, razão principal para ingresso na extensão rural e público com que atua o extensionista; b) variáveis dependentes - as atitudes assumidas pelo extensionista frente ao comportamento do agricultor em relação à inovação tecnológica. Para a identificação das atitudes dos extensionistas rurais foram construídas duas escalas do tipo "likert". Uma delas, a Escala de Atitude A, serviu para medir as atitudes do extensionista em relação aos aspectos psicossociais dos agricultores como causa da não adoção de inovações tecnológicas A outra, a Escala de Atitude B, serviu para medir as atitudes do extensionista em relação aos aspectos situacionais dos agricultores como causa da não adoção de inovações tecnológicas. O instrumento de coleta de dados para este trabalho foi um questionário padronizado enviado pelo correio a 251 extensionistas da Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural - ASCAR que se constituiu na população do estudo. Preencheram e devolveram o questionário 190 extensionistas, que correspondem a 75,7% do total enviado. Os dados foram coletados em abril/maio de 1977. Foram formuladas catorze hipóteses relacionando as variáveis independentes com as dependentes. Para a verificação das hipóteses utilizou-se o teste estatístico qui-quadrado(x2), e o coeficiente de contingência como medida do alcance da associação entre as variáveis. As principais conclusões do estudo foram: - a maioria dos extensionistas apresentou atitude favorável para com os aspectos individuais e psicossociais dos agricultores como causa da não adoção de inovações tecnológicas; - as características individuais dos extensionistas rurais de uma forma geral, e o público com que atuam, não estão associados às suas atitudes frente ao comportamento do agricultor em relação a inovação tecnológica; - os extensionistas rurais de nível superior tendem a identificar relativamente mais do que extensionistas de nível médio, os aspectos situacionais dos agricultores como causa da não adoção de inovações tecnológicas; - as seguintes variáveis independentes mostraram-se associadas: a) idade com experiência e educação formal; b) origem com educação formal; c) público com que atua o extensionista, com educação formal; d) aspiração profissional com educação formal, experiência e razão principal para ingresso na extensão rural.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso restritopt_BR
dc.titleUm estudo sobre as atitudes do extensionista rural frente ao comportamento do agricultorpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordAgriculturapt_BR
dc.subject.keywordAgropecuária - Brasilpt_BR
dc.subject.keywordInovação tecnológicapt_BR
dc.description.abstract1The present work had the following objectives: a) General objective - identify the attitudes of a group of rural extension agents relative to a specific situation, namely, the behavior of the farmer in relation to technological innovation. b) Specific objectives - verify if the attitudes assumed by the extension agent toward the specific situation are related to some individual characteristics of the agents. - verify if the attitudes assumed by the extension agent toward the specific situation are related to the type of public with whom he works. For the purposes of this study, attitude refers to the disposition of an individual to reactin a determined way, favorably or unfavorably, to a situation, idea, concept or abstraction, according to his beliefs, norms, values and knowledge. The variables employed were: a) independent variables - age, experience, formal education, professional aspiration, background, principal reason for entering rural extension, and the public with whom the extension agent works; b) dependent variables - the attitudes assumed by the extension agent relative to the behavior of the farmer in relation to technological innovation. For the identification of the extension agents' attitudes, two "likert" type scales were constructed. One of them, the Attitude A Scale, measured the attitudes of the extension agent in relation to psychosocial aspects of farmers as the cause of non-adoption of technological innovations. The other, Attitude B Scale, measured the attitudes of the extension agent in relation to the situational aspects of farmers as the cause of non-adoption of technological innovations. The instrument used for collecting data for this study was a standardized questionnaire sent by mail to 251 extension agents of the Southern Credit and Rural Assistance Association (Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural -ASCAR) which constituted the population of the study. One hundred and ninety agents returned the questionnaire, corresponding to 75.7% of the total. The data were collected in April/ May 1977. Fourteen hypotheses were formulated relating the independent variables with the dependent ones. For verification of the hypotheses the chi-square (X2) statistical test was used, and the contingency coefficient as the means of associating the variables. The principal conclusions of the study were: - the majority of extension agents showed a favorable attitude toward the individual and psychosocial aspects of the farmers as the cause of non-adoption of technological innovations. - the individual characteristics of the extension agents, in general, and the public with whom they work, are not related to their attitudes toward the behavior of the farmer in relation to technological innovation; - rural extension agents with college education tend to identify more than those of secondary education with the situational aspects of farmers as the cause of non-adoption of technological innovations; - the following independent variables showed themselves to be associated: a) age with experience and formal education b) background with formal education; c) the public with whom the extension agent words with formal education; d) professional aspiration with formal education, experience and principal reason for entering rural extension work.pt_BR
Appears in Collections:FAC - Mestrado em Comunicação (Dissertações)

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