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dc.contributor.advisorKothe, Flávio Renépt_BR
dc.contributor.authorSilva, Leonardo Oliveirapt_BR
dc.date.accessioned2017-08-14T20:15:09Z-
dc.date.available2017-08-14T20:15:09Z-
dc.date.issued2017-08-14-
dc.date.submitted2017-06-07-
dc.identifier.citationSILVA, Leonardo Oliveira. Espaços da morte. 2017. 410 f., il. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/24110-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, 2017.pt_BR
dc.description.abstractNa tentativa de compreender, decifrar em sua totalidade e até “cientificizar” o fenômeno da morte, desde a Antiguidade o homem tem se utilizado de mitos e representações que, por vezes, se materializam em um espaço final: a sepultura. Seja por meio do retorno à terra – a inumação –, do esfacelamento em cinzas – a cremação –, do embalsamento ou do confiamento ao oceano, o indivíduo vivo tem sempre se preocupado com seus mortos, conformando atitudes que podem desvelar não só preocupação, mas também medo, fuga e horror à morte. Nesta pesquisa tentar-se-á compreender – a partir do método fenomenológico husserliano – a essência do ser humano por meio de sua lacuna mais remota, investigando os sentidos que tem atribuído à própria finitude e como isto se materializa nos espaços físicos, que são aqui chamados “espaços da morte”.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEspaços da mortept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordMortept_BR
dc.subject.keywordCemitériospt_BR
dc.subject.keywordFenomenologiapt_BR
dc.subject.keywordArquitetura funeráriapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.26512/2017.06.D.24110-
dc.description.abstract1In an effort to understand, decipher its wholeness and even “scientificate” death, human race have been using myths and representations that sometimes materialize into a final place: the sepulture. Whether it be through the return to earth – inhumation –, the consumption by fire – cremation –, the embalmment or the entrustment to the ocean, the ones alive have always been concerned with their dead, displaying not only care but also fear, evasion and horror of death. Based on a Husserlian phenomenology method, this research has sought to address the human essence embodied in its most isolated gap, along with exploring the meanings human beings have attributed to its own ending and how these manifest in physical spaces, referred here as “spaces of death”.en
dc.description.unidadeFaculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismopt_BR
Appears in Collections:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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