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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-05-19T10:54:16Z</dc:date>
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    <title>Em busca de ordem : Desigualdade Econômica, Anomia e Autoritarismo como Preditores de Crenças Conspiratórias</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54416</link>
    <description>Título: Em busca de ordem : Desigualdade Econômica, Anomia e Autoritarismo como Preditores de Crenças Conspiratórias
Autor(es): Rodrigues, Lorena Gonçalves
Resumo: As crenças em teorias da conspiração aparecem em diferentes culturas e podem influenciar &#xD;
comportamentos coletivos, chegando até a ameaçar a estabilidade democrática, especialmente &#xD;
em momentos de polarização e incerteza. No Brasil, um país marcado por altos níveis de &#xD;
desigualdade econômica, essas crenças se entrelaçam de forma complexa com fatores sociais &#xD;
e psicológicos. Porém, há poucos estudos realizados no contexto sul-americano, o que &#xD;
dificulta compreender como a desigualdade se relaciona com esses fatores. Diante desse &#xD;
cenário, a dissertação investigou como as representações de desigualdade econômica, anomia &#xD;
e autoritarismo predizem as crenças conspiratórias. No Estudo 1, foi feita a adaptação e &#xD;
produção de evidências de validade da Perception of Anomie Scale (PAS) para o contexto &#xD;
brasileiro. A escala apresentou bons indicadores psicométricos e manteve estrutura bifatorial. &#xD;
Além disso, confirmou-se que quanto maior a percepção de anomia, maior a adesão a teorias &#xD;
conspiratórias gerais. No Estudo 2, analisou-se o papel mediador da anomia e o papel &#xD;
moderador do autoritarismo em um modelo estrutural. A anomia apareceu como um fator &#xD;
relacionado à menor adesão a teorias conspiratórias ideológicas específicas (de esquerda). &#xD;
Verificou-se também que a desigualdade econômica previu diretamente apenas as &#xD;
conspirações alinhadas à esquerda, e que o autoritarismo exerceu efeitos distintos conforme a &#xD;
afinidade ideológica. Assim, o modelo testado evidencia que, no Brasil, a combinação entre &#xD;
desigualdade naturalizada e baixa confiança institucional produz padrões de mediação e &#xD;
moderação distintos dos descritos pela literatura internacional, ressaltando a necessidade de &#xD;
compreender crenças conspiratórias a partir de seus contextos sociopolíticos específicos.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Social e do Trabalho, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2026.</description>
    <dc:date>2026-05-18T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54415">
    <title>Flexibilização da Jornada de Trabalho sob o Olhar dos Trabalhadores : Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) e Direito Fundamental ao Trabalho Digno em Questão</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54415</link>
    <description>Título: Flexibilização da Jornada de Trabalho sob o Olhar dos Trabalhadores : Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) e Direito Fundamental ao Trabalho Digno em Questão
Autor(es): Pontes, Gabriel Teles
Resumo: Esta dissertação investiga as repercussões da flexibilização da jornada de&#xD;
trabalho sobre a Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) e a efetivação do direito fundamental&#xD;
ao trabalho digno de servidores técnico-administrativos em educação (TAEs) de uma&#xD;
Instituição Federal de Ensino Superior (IFES) brasileira. No capítulo 1, por meio de revisão&#xD;
sistemática de literatura, discute-se o paradoxo da flexibilização do trabalho, que oscila&#xD;
entre a promessa de autonomia e a realidade da precarização e do adoecimento mental dos&#xD;
trabalhadores. Por sua vez, no capítulo 2, é estabelecida a distinção conceitual entre a&#xD;
flexibilização precarizante (sobretudo via pejotização e uberização do trabalho) e a&#xD;
flexibilização da jornada de trabalho regulada no serviço público federal (Decretos nº&#xD;
1.590/1995 e nº 11.072/2022), na qual se destaca a tensão entre a proteção social do&#xD;
vínculo estatutário e as disfunções da gestão por resultados. No capítulo 3, por seu turno,&#xD;
fundamenta-se a pesquisa na abordagem Ergonomia da Atividade Aplicada à Qualidade de&#xD;
Vida no Trabalho (EAA_QVT), contrapondo-se a modelos assistencialistas – representados&#xD;
pelo “ofurô corporativo” – em favor de uma gestão com foco na promoção do Bem-estar no&#xD;
Trabalho (BET) e prevenção ao Mal-estar no Trabalho (MET). Por fim, no capítulo 4,&#xD;
apresenta-se um estudo empírico realizado com 166 servidores TAEs de uma universidade&#xD;
pública, cujas representações foram analisadas com auxílio de técnicas de lexicometria via&#xD;
IRaMuTeQ (Interface de R pour les Analyses Multidimensionnelles de Textes et de&#xD;
Questionnaires). Os resultados revelam que as jornadas flexíveis (em especial, a&#xD;
flexibilização da jornada de trabalho prevista no Decreto nº 1.590/1995 e o Programa de&#xD;
Gestão e Desempenho – PGD, instituído pelo Decreto nº 11.072/2022) facilitam o equilíbrio&#xD;
entre trabalho e vida pessoal, sendo, dessa forma, vetores de QVT. Contudo,&#xD;
identificaram-se fontes críticas de mal-estar relacionadas a baixos salários, infraestrutura&#xD;
precária e assédio moral no trabalho (AMT), este frequentemente associado a conflitos de&#xD;
poder entre servidores técnicos e gestores docentes. Conclui-se que a flexibilização das&#xD;
jornadas laborais, quando autodeterminada, promove a QVT e o trabalho digno, mas pode&#xD;
converter-se em precarização quando operada sob a lógica da hipervigilância e do arbítrio&#xD;
gerencial, como o uso do modelo flexível pelos gestores como “moeda de troca” em&#xD;
decorrência da discricionariedade de sua implementação. Por fim, identificaram-se desafios&#xD;
– como a defasagem salarial, os problemas de infraestrutura e os conflitos entre as&#xD;
categorias docente e técnica – que se inserem em um contexto macropolítico e, portanto,&#xD;
nenhum modelo flexível, ainda que autodeterminado, seria suficiente para combatê-los.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Social e do Trabalho, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2026.</description>
    <dc:date>2026-05-18T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54414">
    <title>Assédio moral no trabalho, recursos psicossociais e intenção de abandono</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54414</link>
    <description>Título: Assédio moral no trabalho, recursos psicossociais e intenção de abandono
Autor(es): Ananias, France Ferreira Lobato Caputo
Resumo: O assédio moral (AM) é um risco psicossocial caracterizado pela exposição repetida a atos &#xD;
negativos que, ao longo do tempo, deterioram a dignidade, a saúde e os vínculos laborais, &#xD;
frequentemente em contextos de assimetria de poder e baixa possibilidade de defesa. Esta &#xD;
dissertação reúne dois artigos que investigam mecanismos psicossociais de risco e proteção &#xD;
associados ao AM, focalizando o papel do capital psicológico (CP) e do capital social (CS), bem &#xD;
como a relação do AM com a intenção de abandono institucional. No primeiro artigo, testou se um modelo no qual CS e CP predizem AM e avaliou-se se o CP explica parte do efeito do CS &#xD;
sobre o desfecho. Os resultados indicaram que o CP apresentou associação direta mais &#xD;
consistente com menor AM e que o CS tende a operar de forma mais distal, sobretudo quando &#xD;
se converte em recursos psicológicos mobilizáveis. No segundo artigo, examinou-se a &#xD;
associação entre AM e intenção de abandono institucional, testando-se a mediação pelas &#xD;
dimensões do CP. Os achados sustentaram que o AM se associa a maior intenção de abandono &#xD;
e que esse vínculo é parcialmente explicado pela redução de recursos psicológicos, com &#xD;
destaque para mecanismos orientados ao futuro. Em conjunto, os resultados reforçam a &#xD;
necessidade de intervenções multinível: prevenção e resposta institucionais ao AM como eixo &#xD;
central, acompanhadas de estratégias complementares de fortalecimento de recursos &#xD;
psicossociais, sem culpabilização individual.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Social e do Trabalho, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2026.</description>
    <dc:date>2026-05-18T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unb.br/handle/10482/54413">
    <title>Existe um lado menos corrupto? A relação entre Corrupção e Orientação Política</title>
    <link>http://repositorio.unb.br/handle/10482/54413</link>
    <description>Título: Existe um lado menos corrupto? A relação entre Corrupção e Orientação Política
Autor(es): Martins, Daniel Moisés
Resumo: O presente estudo teve como objetivo analisar como diferentes orientações políticas se &#xD;
relacionam com a percepção e a intenção de corrupção. Participaram 460 pessoas (18–71 &#xD;
anos; M = 31,9; DP = 9,27), com predominância de mulheres (63,7%). Foram utilizadas &#xD;
medidas de orientação política, Orientação à Dominância Social (SDO), Autoritarismo de &#xD;
Direita (RWA), Autoritarismo de Esquerda (LWA), Fundamentos Morais (QFM-2) e &#xD;
escalas de percepção (EGC) e intenção de corrupção (CIS–PBC). Realizaram-se &#xD;
correlações de Pearson e duas regressões lineares múltiplas. Os resultados mostraram que a &#xD;
percepção de corrupção foi explicada por um conjunto de preditores ideológicos e morais, &#xD;
com efeitos positivos de Cuidado, SDO, RWA–Autoritarismo e RWA–Contestação à &#xD;
Autoridade. Para a intenção de corrupção (CIS–PBC), o modelo também foi significativo e &#xD;
indicou predição positiva por SDO, por RWA–Contestação à Autoridade e por Igualdade, &#xD;
além de um efeito negativo de Cuidado. Em conjunto, os achados sugerem que as &#xD;
diferenças associadas a rótulos amplos de orientação política são menos informativas do &#xD;
que as dimensões ideológicas específicas: a SDO mostrou-se um preditor consistente de &#xD;
percepções e, sobretudo, de intenções.
Informações adicionais: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Social e do Trabalho, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2026.</description>
    <dc:date>2026-05-18T00:00:00Z</dc:date>
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