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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-09-06T08:54:40Z</updated>
  <dc:date>2026-09-06T08:54:40Z</dc:date>
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    <title>Habitar saberes na FAU-UnB : integração de ensino, pesquisa e extensão em Projeto de Habitação Pós-REUNI</title>
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      <name>Trevisan, Ricardo</name>
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      <name>Aliaga Fuentes, Maribel Del Carmen</name>
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      <name>Machado, Amora de Andrade</name>
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      <name>Satnos, Julyana Morais dos</name>
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    <updated>2026-08-27T10:49:21Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Habitar saberes na FAU-UnB : integração de ensino, pesquisa e extensão em Projeto de Habitação Pós-REUNI
Autor(es): Trevisan, Ricardo; Aliaga Fuentes, Maribel Del Carmen; Machado, Amora de Andrade; Satnos, Julyana Morais dos
Resumo: Este artigo propõe evidenciar a complexidade, a profusão e o dinamismo inerentes ao campo&#xD;
habitacional, sobretudo enquanto escala de aprendizado projetual de extrema relevância&#xD;
para a formação crítica e técnica de futuros profissionais da área. Com base em uma&#xD;
trajetória de mais de quinze anos de atuação continuada no ateliê de habitação da&#xD;
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília, apresenta-se a disciplina&#xD;
“Projeto de Arquitetura – Habitação” (PA-3) como objeto de análise e exemplo de articulação&#xD;
entre ensino, pesquisa e extensão. A análise contempla também os impactos das políticas&#xD;
públicas de expansão e reformulação do ensino superior brasileiro, com especial atenção ao&#xD;
Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), sobre o ensino&#xD;
de projeto de habitação. O texto aborda o conteúdo programático e a estrutura atual da&#xD;
disciplina, descreve os exercícios desenvolvidos e as mudanças metodológicas a partir da&#xD;
implementação do curso noturno e da inserção de novos perfis discentes e docentes. A&#xD;
abordagem metodológica adotada é narrativa e interpretativa, fundamentada em&#xD;
depoimentos de docentes e estagiários-docentes e em constatações empíricas derivadas da&#xD;
prática cotidiana no ateliê PA-3. Ao fim e ao cabo, embora experiência isolada, tal exposição&#xD;
coloca-se como um contributo ao ensino de projeto de habitação, a mercê de críticas e&#xD;
reflexões.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Entre articulação e fragmentação : as entrequadras no Plano Piloto de Brasília</title>
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      <name>Santos, Julyana Morais dos</name>
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      <name>Trevisan, Ricardo</name>
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    <updated>2026-08-21T10:58:55Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Entre articulação e fragmentação : as entrequadras no Plano Piloto de Brasília
Autor(es): Santos, Julyana Morais dos; Trevisan, Ricardo
Resumo: O Plano Piloto de Brasília, projetado por Lucio Costa em 1957, representou à&#xD;
época uma inovação no urbanismo modernista ao introduzir em sua escala residencial a&#xD;
superquadra – um módulo habitacional composto por barras multifamiliares de 6&#xD;
pavimentos sobre pilotis público, edifícios escolares e permeada por canteiros verdes e&#xD;
vias veiculares e calçadas. Embasada nos preceitos de Unidade de Vizinhança&#xD;
estadunidense e na Cidade-Jardim howardiana, a composição adotada por Costa previu o&#xD;
agrupamento de 4 superquadras que, ao compartilharem equipamentos públicos e espaços&#xD;
de convivência, formavam um sistema autossuficiente e acessível a pé. Como separação&#xD;
entre cada unidade de vizinhança, o urbanista inseriu as entrequadras, generosos espaços&#xD;
intersticiais, sem vias, dispostos entre uma superquadra e outra. Cada entrequadra deveria&#xD;
abrigar um ou mais equipamentos, como: escolas, igrejas, clubes de vizinhança e cinemas,&#xD;
promovendo a articulação entre a escala residência-local e a escala gregária-urbana.&#xD;
Apesar dessa concepção ideal, apenas uma unidade de vizinhança foi implementada em&#xD;
sua totalidade (SQS 108-107, 308-307). Muitas entrequadras permaneceram como lotes&#xD;
não edificados, o que resultou na distribuição desigual de equipamentos entre os&#xD;
agrupamentos de superquadras, enfraquecendo a percepção de autossuficiência original.&#xD;
Enquanto alguns desses espaços públicos foram apropriados pela população como&#xD;
parques, outros foram ocupados por construções privadas, como: edifícios comerciais e malls, edifícios de escritórios e consultórios, academias etc., o que coloca em questão a&#xD;
vocação desses espaços na atualidade. Este artigo aborda as entrequadras de Brasília&#xD;
como espaços ainda não consolidados no Plano Piloto, cuja função permanece aberta a&#xD;
interpretações, e cuja discussão se torna necessária à luz do Plano de Preservação do&#xD;
Conjunto Urbanístico de Brasília – o PPCUB. Ao discutir as mudanças físicas e sociais&#xD;
ocorridas desde a construção de Brasília, o texto explora como as transformações e&#xD;
apropriações desses espaços refletem os desafios contemporâneos relacionados à&#xD;
acessibilidade e sustentabilidade, à fragmentação urbana e à ressignificação dos espaços&#xD;
públicos.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Utopias inacabadas do Brasil moderno : narrativas e simbolismos das cidades novas de Marina, Guará II e Cidade Científica de Humboldt</title>
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      <name>Machado, Amora de Andrade</name>
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      <name>Lopes, Bruna Leite</name>
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      <name>Santos, Julyana Morais dos</name>
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      <name>Trevisan, Ricardo</name>
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    <updated>2026-08-20T15:18:57Z</updated>
    <published>2025-07-24T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Utopias inacabadas do Brasil moderno : narrativas e simbolismos das cidades novas de Marina, Guará II e Cidade Científica de Humboldt
Autor(es): Machado, Amora de Andrade; Lopes, Bruna Leite; Santos, Julyana Morais dos; Trevisan, Ricardo
Resumo: O artigo explora as promessas de progresso e modernidade associadas aos projetos urbanísticos das &#xD;
cidades novas Marina (MG), Guará II (DF) e Cidade Científica de Humboldt (MT), contrastando a idealização desses &#xD;
projetos com sua materialização incompleta ou abandono. Através de uma análise crítica das imagens e narrativas &#xD;
oficiais, busca-se compreender as disputas no processo de construção do território brasileiro no século XX. O &#xD;
estudo utiliza a abordagem metodológica do “pensar” e “fazer” por Atlas, associada a uma leitura de imagens &#xD;
históricas, para identificar interseções entre as cidades e as promessas utópicas associadas a elas. O trabalho &#xD;
também explora o impacto das iconografias na percepção pública e as lições do fracasso desses projetos, &#xD;
investigando os motivos de sua falha e as implicações para o futuro urbano do Brasil. Portanto, o trabalho reflete &#xD;
como as disputas sobre o espaço urbano refletem as fronteiras entre diferentes visões de futuro e os interesses &#xD;
políticos e sociais, trazendo à tona questões sobre identidade, memória coletiva e as possibilidades de &#xD;
transformação cultural e urbana do país.</summary>
    <dc:date>2025-07-24T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Percursos da expressão arquitetônica em pré-moldados em Brasília</title>
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      <name>Figueira, Rafaela Heinzelmann</name>
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      <name>Morales Sánchez, José Manoel</name>
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    <updated>2026-08-20T14:30:27Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Percursos da expressão arquitetônica em pré-moldados em Brasília
Autor(es): Figueira, Rafaela Heinzelmann; Morales Sánchez, José Manoel
Resumo: A adoção de sistemas pré-moldados obteve uma relação direta com a racionalização da construção ligada &#xD;
à Arquitetura Moderna, articulando concepção plástica, avanços técnicos e práticas industriais. Esse cenário &#xD;
encontra em Brasília um marco referencial, onde os princípios teóricos desenvolvidos pela Escola Carioca &#xD;
encontram uma oportunidade de tomar forma. A repetição de elementos poderia ser um impasse para a &#xD;
expressão arquitetônica dos edifícios, mas o que foi encontrado consolida um legado que combina &#xD;
inventividade, racionalização e identidade própria.  &#xD;
Esse artigo investiga os percursos da arquitetura pré-fabricada realizada em Brasília entre as décadas de &#xD;
1960 e 1970 e como eles se materializaram em obras expressivas. A análise é embasada de forma teórica &#xD;
por meio de textos escritos por arquitetos como Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, e em casos práticos passando &#xD;
pelos primeiros momentos da construção de Brasília e da universidade, chegando nos blocos R2 e R3 de Milton &#xD;
Ramos e os edifícios de escritório para a Camargo Corrêa no Setor Comercial Sul de João Filgueiras Lima &#xD;
(Lelé), que demonstram a consolidação de técnicas e parcerias que representam o auge desta construção &#xD;
racionalizada que foi realizada em Brasília.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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